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Obama e Hillary Clinton são os mais admirados este ano nos EUA

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o papa Francisco e o polémico magnata Donald Trump são os homens mais admirados este ano pelos norte-americanos, enquanto a lista das mulheres é liderada por Hillary Clinton, indica uma sondagem.

© Carlos Barria / Reuters

Segundo os resultados do inquérito da empresa Gallup, elaborado entre 02 e 06 deste mês com base nos depoimentos de 824 adultos de todo o país, 17% dos inquiridos consideraram Obama, pela oitava vez, o "homem mais admirado" do ano, muito à frente do papa, com 5%, depois da visita histórica que fez aos Estados Unidos em setembro último.

Praticamente empatado com o papa surge o pré-candidato presidencial do Partido Republicano, Donald Trump, que provou este ano inúmeras polémicas com os insultos e provocações saídas da campanha.

"A campanha presidencial de Trump, surpreendentemente sólida e, a espaços, polémica, tornou-o este ano uma figura mediática proeminente", lê-se no texto que acompanha os resultados do inquérito.

Entre os 10 homens mais admirados figuram também personalidades como o também pré-candidato dos democratas à presidência Bernie Saunders, o fundador da Microsoft Bill Gates, o dalai lama e os ex-presidentes norte-americanos George W. Bush e Bill Clinton.

No sexo oposto, Hillary Clinton, a grande favorita para conseguir a nomeação do Partido Democrata como candidata à Casa Branca, foi a vencedora, pela vigésima vez desde 1993, do título de "mulher mais admirada" do ano, obtendo 13% das respostas dos inquiridos na sondagem, que tem uma margem de erro de 4%.

Atrás de Hillary Clinton ficou a jovem ativista paquistanesa Malala Youzafzai, prémio Nobel da Paz em 2014, com 5%, e Oprah Winfrey, conhecida como a "rainha" da televisão norte-americana, com 4%.

Outras mulheres admiradas que surgem no "top 10" são a primeira-dama norte-americana, Michelle Obama, a rainha Isabel II, de Inglaterra, a chanceler alemã, Angela Merkel, e a líder opositora na Birmânia e prémio Nobel da Paz em 1991, Aung San Suu Kyi.

Lusa

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