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Nicolás Maduro convoca congresso de forças patrióticas para janeiro

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou na terça-feira as forças que apoiam a revolução bolivariana para um "Grande Congresso da Pátria", que terá lugar na segunda quinzena de janeiro de 2016.

"Um grande congresso da pátria que reúna todos os que amam este país e que identifique claramente os caminhos e opções que temos para pôr a andar a nossa Venezuela", disse o líder venezuelano. (Arquivo)

"Um grande congresso da pátria que reúna todos os que amam este país e que identifique claramente os caminhos e opções que temos para pôr a andar a nossa Venezuela", disse o líder venezuelano. (Arquivo)

© Handout . / Reuters

"Um grande congresso da pátria que reúna todos os que amam este país e que identifique claramente os caminhos e opções que temos para pôr a andar a nossa Venezuela", disse.

O anúncio teve lugar durante a 52ª edição o programa radiofónico e televisivo "Em Contacto com Maduro", transmitido a partir do palácio presidencial de Miraflores, em Caracas.

O congresso, explicou, será organizado por um "comité especial" e pretende dar oportunidade a movimentos de camponeses, à classe operária, governadores, autarcas, deputados, e às diferentes forças patrióticas e revolucionárias, organizações, movimentos sociais, de transmitirem propostas obtidas em assembleias de cidadãos e durante consultas realizadas durante as últimas semanas.

"Peço toda a colaboração das bases populares, do povo organizado e das forças de vanguarda para darem um grande impulso revolucionário, para um renascimento", frisou.

Nicolás Maduro explicou que, como Chefe de Estado, tem de "proteger o povo" perante qualquer "investida da direita" que, pela primeira vez em 16 anos, obteve a maioria nas eleições parlamentares de 06 de dezembro, sublinhando que "viu a cara de um monstro" (deputados opositores) que não conhece limites para "regressar ao poder".

O Presidente frisou ainda que nas últimas eleições parlamentares "ganharam os maus" e que os venezuelanos devem decidir se são patriotas ou apoiam os "anti-valores do capitalismo".

"Ou és povo ou és oligarquia", frisou.

Lusa

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