sicnot

Perfil

Mundo

Há livrarias de Hong Kong a retirar das estantes livros proibidos na China

Algumas livrarias conhecidas de Hong Kong estão a retirar dos seus escaparates títulos proibidos na China, após o misterioso desaparecimento de uma série de livreiros críticos do regime chinês.

Estudantes protestam contra o desaparecimento de livreiros em Hong Kong, no dia em que o governo decidiu tirar das estantes livros proibidos na China

Estudantes protestam contra o desaparecimento de livreiros em Hong Kong, no dia em que o governo decidiu tirar das estantes livros proibidos na China

© Bobby Yip / Reuters

Uma delas é a Page One, focada sobretudo em títulos em língua inglesa, que conta com oito espaços em Hong Kong, seis dos quais no Aeroporto Internacional, a qual eliminou das suas estantes publicações com material crítico relativamente ao regime comunista depois do desaparecimento misterioso de livreiros da antiga colónia britânica.

Responsáveis da Page One, com sede em Singapura e sucursais na China (Pequim, Chengdu e Hangzhou), começaram a retirar das estantes das lojas em Hong Kong os livros politicamente sensíveis no final do mês de novembro, segundo noticia hoje o South China Morning Post, citando funcionários que indicaram que os exemplares em causa não voltar a ser colocados à venda.

As obras que compilam sórdidos detalhes sobre o funcionamento interno do Partido Comunista e a vida privada de membros do Governo chinês encontram-se, com frequência, entre as mais vendidas nas livrarias de Hong Kong, incluindo a Page One e a Causeway Bay.

Foi desta última, especializada em livros sobre política chinesa proibidos no interior da China, ou da casa editora associada (a Mighty Current) que desapareceram cinco livreiros, quatro dos quais desde outubro e o mais recente na quarta-feira, dia 30 de dezembro, num caso que veio desencadear a suspeita de que o caso contou com a 'mão' de Pequim e continua envolto em mistério.

Já os gestores da Eslite, com sede em Taiwan, insistem, segundo o mesmo jornal, não sentir qualquer pressão para retirar literatura politicamente sensível dos escaparates em Hong Kong, numa altura em que a livraria até tem expandido operações na antiga colónia britânica.

"Realmente não sentimos [pressão para retirar qualquer livro]. Pelo menos por agora não", afirmou a vice-presidente da Eslite, Mercy Wu, ao jornal de Hong Kong South China Morning Post, depois de hoje ter aberto a terceira loja da cadeia de livrarias que passa a ser maior Eslite em Hong Kong.

  • As imagens do granizo que caiu no Algarve
    0:47

    País

    Faro acordou hoje com uma intensa queda de granizo. Pedras de gelo, com cerca de meio centímetro de diâmetro, em especial entre as 06:30 e as 07:00 da manhã. Segundo o IPMA tratou-se de "uma linha de instabilidade" que foi subindo a norte, para os distritos de Beja e Setúbal, mas com menos intensidade" e que provocaram inundações pontuais na via publica e em garagens e algumas quedas de árvore.

  • Porque erram os árbitros?
    2:03

    Desporto

    Num momento em que a polémica em redor da arbitragem está acesa e que nem o videoárbitro parece ter contribuído para a pacificar o futebol, em Leiria juntaram-se treinadores e homens do apito para se entender porque erram os árbitros.

  • "Não andámos a tomar calmantes, nem a dar abracinhos"
    0:52

    Desporto

    Rui Vitória recusa atirar a toalha ao chão. O treinador do Benfica acredita que ainda muito pode acontecer e revela a motivação da equipa depois da derrota com o FC Porto na Luz, que levou à perda da liderança a quatro jornadas do fim.

  • "Se não querem que vos baixem as calças, não se tornem modelos"

    Mundo

    "Se não querem que vos baixem as calças, não se tornem modelos", esta foi apenas uma das declarações de Karl Lagerfeld sobre as denúncias de abuso sexual, que estão a marcar o mundo do cinema, da música e da moda. Numa entrevista, o diretor criativo da Chanel e da Fendi declarou mesmo que estava farto do #MeToo, o movimento usado para denunciar estes casos de abusos por todo o mundo.

    SIC

  • Viagem de balão para ver as cerejeiras em flor
    14:27
  • Niassa foi o 4.º lince-ibérico libertado a ser atropelado em Portugal
    1:33

    País

    Uma fêmea de lince-ibérico foi encontrada morta com sinais de atropelamento na A22, próximo de Olhão. A fêmea, criada em cativeiro, tinha sido libertada no Vale do Guadiana em fevereiro de 2017. É o quarto lince-ibérico, que tinha sido libertado na natureza, que morre atropelado em Portugal.

  • "Há uma aceitação do lince no território"
    3:33

    País

    Apesar de já se terem registado em Portugal quatro atropelamentos de linces libertados na natureza, em entrevista à SIC, Pedro Rocha, do Departamento do Alentejo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), disse que o programa de reintrodução "tem corrido bastante bem", não só devido às condições do habitat e disponibilidade de alimento, mas também porque "há uma aceitação do lince no território". Desde 2015, foram libertados no Vale do Guadiana 33 linces e 16 já nasceram em estado selvagem.

  • EUA acusam Síria de tentar apagar provas de alegado ataque químico em Douma
    1:28
  • Já pode escolher uma morte amiga do ambiente

    Mundo

    Preocupa-se com o ambiente? Recicla? Prefere andar a pé ou partilhar transportes? Então saiba que a partir de agora a morte também pode ser amiga do ambiente. Desde caixões degradáveis de vime a cremação líquida, já é possível diminuir o impacto ambiental da morte.

    SIC

  • O "anjo" que quer ensinar raparigas a programar
    2:59