sicnot

Perfil

Mundo

Chefe da polícia de Colónia suspenso após assaltos na noite de Ano Novo

O chefe da polícia da cidade alemã de Colónia (oeste), Wolfgang Albers, sob crítica desde o incidente das agressões na noite de Ano Novo, foi suspenso, indicou hoje a agência noticiosa alemã DPA, citando fontes políticas locais.

Albers, de 60 anos, ficou em "aposentação temporária" na sequência das violências, indicou a agência. O chefe da polícia tem sido criticado pela inação dos seus serviços.

A polícia registou mais de 120 queixas apresentadas por mulheres sobre assaltos, abusos sexuais e duas violações, alegadamente cometidos por grupos de homens jovens que se encontravam entre a multidão que comemorava a passagem de ano perto da principal estação de comboios da cidade.

Várias testemunhas relataram que grupos de 20 a 30 jovens adultos "que pareciam ser de origem árabe" cercaram e agrediram as vítimas.

Os ataques ocorreram apesar do forte dispositivo policial destacado.

"A polícia não pode trabalhar desta maneira", declarou na terça-feira o ministro do Interior alemão, Thomas De Maizière, à cadeia de televisão pública ARD.

O Ministério do Interior alemão anunciou hoje que identificou 31 suspeitos pela onda de agressões e roubos verificados em Colónia, 18 dos quais são requerentes de asilo.

O porta-voz do ministério, Tobias Plate, disse que ainda estão por identificar os autores de alegadas agressões sexuais.

Lusa

  • "Tudo o que o Benfica está a fazer é uma forma de coação"
    1:59
    Play-Off

    Play-Off

    DOMINGO 22:00

    As queixas do Benfica contra a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga foram tema de debate no Play-Off da SIC Notícias. Rodolfo Reis, Manuel Fernandes e Rui Santos acreditam que a posição está relacionada com o clássico Benfica-Porto do próximo sábado. Já João Alves considera que estes comunicados podem prejudicar o Benfica.

  • A primeira vez do Sr. Árbitro
    12:41
  • O pedido de desculpas de Dijsselbloem
    2:12

    Mundo

    O Governo português continua a mostrar a indignação que diz sentir perante as declarações do presidente do Eurogrupo. O ministro dos Negócios Estrangeiros português garante que com Dijsselbloem "não há conversa possível". Jeroen Dijsselbloem começou por recusar pedir desculpa mas depois cedeu perante a onda de indignação.