sicnot

Perfil

Mundo

Coligação árabe desmente uso de bombas de fragmentação no Iémen

A coligação árabe liderada pela Arábia Saudita negou hoje a utilização de bombas de fragmentação nas operações militares no Iémen, conforme foi sugerido pelo secretário-geral da ONU, lembrando que isso podia configurar um crime de guerra.

A coligação liderada pela Arábia Saudita nega ter lançado bombas de fragmentação nas suas operações militares no Iémen, depois de o secretário-geral das Nações Unidas ter advertido que tal pode constituir crime de guerra.

A coligação liderada pela Arábia Saudita nega ter lançado bombas de fragmentação nas suas operações militares no Iémen, depois de o secretário-geral das Nações Unidas ter advertido que tal pode constituir crime de guerra.

© Khaled Abdullah / Reuters

"Negamos o uso de bombas de fragmentação em Sanaa", disse à AFP o general-brigadeiro Ahmed al-Assiri, que é também o porta-voz da coligação árabe.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, tinha advertido na sexta-feira que a utilização destas bombas, mais letais do que as tradicionais, "poderia constituir um crime de guerra".

Lusa

  • Atacantes usaram "tática defendida pelos extremistas do Daesh"
    1:43

    Ataque em Barcelona

    O ex-presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo esteve em direto, para a SIC Notícias, onde falou sobre o ataque desta quinta-feira nas Ramblas, em Barcelona. José Manuel Anes falou na tática defendida na revista dos extremistas do Daesh e que foi usada neste ataque: a utilização de viaturas "de preferência as mais pesadas para matar o maior número de pessoas".