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México diz que 80% dos criminosos mais perigosos deixaram de ser ameaça

O Presidente mexicano disse hoje que 80% dos criminosos mais perigosos do país deixaram de ser ameaça e que a detenção de "El Chapo" Guzmán acredita a coordenação das instituições a favor da segurança e do Estado de Direito.

© Edgard Garrido / Reuters

A detenção de Joaquín "El Chapo" Guzmán, o "criminoso mais procurado do mundo", acredita a coordenação das instituições mexicanas em favor da segurança e do Estado de Direito, afirmou Enrique Peña Nieto, numa mensagem a propósito do Ano Novo, transmitida pela televisão.

"Com esta ação, 98 dos 122 delinquentes mais perigosos já não representam uma ameaça para a sociedade", realçou.

Peña Nieto reconheceu que ainda existem "desafios", os quais o país está, no entanto, a enfrentar com "visão e determinação".

"Apesar do complexo ambiente internacional de alta volatilidade cambial e financeira, a economia mexicana tem estabilidade e está a crescer", disse, sublinhando que graças às reformas estruturais impulsionadas pelo seu Governo, o país está melhor preparado para "enfrentar e aproveitar esta conjuntura".

O Presidente mexicano elencou alguns resultados das reformas, como a revisão em baixa dos preços da gasolina e do 'diesel', desde 01 de janeiro, "pela primeira vez em 24 anos", bem como o novo corte nas tarifas de eletricidade das casas, lojas e indústrias do México.

Lusa

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