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ONU avisa que sofrimento de Madaya "não tem comparação" com resto da Síria

O sofrimento na cidade cercada de Madaya, na Síria, "não tem comparação" com o que os trabalhadores humanitários encontraram no resto do país, considerou hoje um responsável das Nações Unidas que se deslocou ao local.

Reuters

"O que vimos é horrível, não havia vida. Tudo estava muito quieto. Informações credíveis indicam que pessoas morreram à fome (...). O que vimos em Madaya não tem comparação (...) em relação a outras partes da Síria", declarou o representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Sajjad Malik, em teleconferência a partir de Damasco.

Malik adiantou que as crianças eram obrigadas a arrancar erva para sobreviver e que praticamente não tinham mais nada para comer do que água com especiarias.

Um comboio de ajuda humanitária entrou hoje pela primeira vez desde outubro em Madaya, cercada há seis meses pelas forças do regime de Damasco. Está prevista a chegada de outros comboios nos próximos dias, disse Malik.

De acordo com as primeiras estimativas, entre 300 e 400 pessoas precisam de ajuda médica de emergência.

Foua e Kafraya, duas outras localidades sírias, cercadas pelos rebeldes, também puderam ser reabastecidas hoje.

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