sicnot

Perfil

Mundo

Tóquio, Washington e Seul vão reunir-se para coordenar resposta a teste nuclear

Representantes dos Governos do Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul vão reunir-se no próximo sábado, em Tóquio, para coordenar uma resposta ao teste nuclear norte-coreano, informou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Fumio Kishida.

© Kim Hong-Ji / Reuters

O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Akitaka Saiki, o subsecretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros sul-coreano, Lim Sung-nam, vão reunir-se para "demonstrar a estreita cooperação trilateral para lidar com a Coreia do Norte", indicou Fumio Kishida, em conferência de imprensa.

Tóquio, Washington e Seul procuram estreitar a sua colaboração em matéria de defesa e segurança após a tensão gerada na península coreana na sequência da realização do quarto teste nuclear pelo regime de Pyongyang.

Antes do encontro de sábado, representantes para a desnuclearização da península coreana dos três países vão reunir-se na quarta-feira em Seul para abordar o ensaio atómico norte-coreano.

Na capital sul-coreana, as três potências vão abordar eventuais medidas, incluindo uma resolução do Conselho de Segurança da ONU em resposta ao teste nuclear norte-coreano.

O chefe da diplomacia do Japão aplaudiu ainda que os Estados Unidos tenham sobrevoado a península coreana, no domingo, com um bombardeiro estratégico de longo alcance.

O destacamento do bombardeiro "reflete o firme compromisso dos Estados Unidos em cumprir o seu papel pela paz e estabilidade na região", disse o ministro, em declarações reproduzidas pela agência Kyodo.

O teste nuclear subterrâneo anunciado na semana passada por Pyongyang agudizou o clima de tensão na península coreana, desencadeou o protesto quase unânime da comunidade internacional e levou o Conselho de Segurança da ONU a considerar novas e mais duras sanções contra a Coreia do Norte.

O regime norte-coreano, liderado por Kim Jong-un, garantiu ter detonado, pela primeira vez, uma bomba de hidrogénio, apesar de muitos especialistas sustentarem que provavelmente fez explodir uma bomba de fissão potenciada.

Lusa

  • Traço contínuo às curvas
    2:42
  • Quando se pode circular pela esquerda? A GNR explica (e fiscaliza)
    5:46

    Edição da Manhã

    A regra aplica-se a autoestradas e outras vias com esse perfil mas dentro das localidades há exceções. A Guarda Nacional Republicana está a promover em todo o território nacional várias ações de sensibilização e fiscalização no sentido de prevenir e reprimir a circulação de veículos pela via do meio ou da esquerda quando não exista tráfego nas vias da direita. O major Paulo Gomes, da GNR, esteve na Edição da Manhã. 

  • Jovens impedidas de embarcar de leggings

    Mundo

    A moda das calças-elásticas-super-justas volta a fazer estragos. Desta vez nos EUA onde duas adolescentes foram impedidas de embarcar num voo da United Airlines devido à indumentária, que não cumpria com as regras dos tripulantes ou acompanhantes da companhia aérea norte-americana.

    Manuela Vicêncio

  • Cristas calcula défice de 3,7% sem "cortes cegos" das cativações
    0:45

    Economia

    Assunção Cristas diz que o défice de 2,1% só foi conseguido porque o Governo fez cortes cegos na despesa pública. Esta manhã, depois de visitar uma unidade de cuidados continuados em Sintra, a presidente do CDS-PP afirmou que, pelas contas do partido, sem cativações, o défice estaria nos 3,7%.

  • O pedido de desculpas de Dijsselbloem
    2:12

    Mundo

    O Governo português continua a mostrar a indignação que diz sentir perante as declarações do presidente do Eurogrupo. O ministro dos Negócios Estrangeiros português garante que com Dijsselbloem "não há conversa possível". Jeroen Dijsselbloem começou por recusar pedir desculpa mas depois cedeu perante a onda de indignação.

  • A primeira vez do Sr. Árbitro
    12:41