sicnot

Perfil

Mundo

Tóquio, Washington e Seul vão reunir-se para coordenar resposta a teste nuclear

Representantes dos Governos do Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul vão reunir-se no próximo sábado, em Tóquio, para coordenar uma resposta ao teste nuclear norte-coreano, informou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Fumio Kishida.

© Kim Hong-Ji / Reuters

O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Akitaka Saiki, o subsecretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros sul-coreano, Lim Sung-nam, vão reunir-se para "demonstrar a estreita cooperação trilateral para lidar com a Coreia do Norte", indicou Fumio Kishida, em conferência de imprensa.

Tóquio, Washington e Seul procuram estreitar a sua colaboração em matéria de defesa e segurança após a tensão gerada na península coreana na sequência da realização do quarto teste nuclear pelo regime de Pyongyang.

Antes do encontro de sábado, representantes para a desnuclearização da península coreana dos três países vão reunir-se na quarta-feira em Seul para abordar o ensaio atómico norte-coreano.

Na capital sul-coreana, as três potências vão abordar eventuais medidas, incluindo uma resolução do Conselho de Segurança da ONU em resposta ao teste nuclear norte-coreano.

O chefe da diplomacia do Japão aplaudiu ainda que os Estados Unidos tenham sobrevoado a península coreana, no domingo, com um bombardeiro estratégico de longo alcance.

O destacamento do bombardeiro "reflete o firme compromisso dos Estados Unidos em cumprir o seu papel pela paz e estabilidade na região", disse o ministro, em declarações reproduzidas pela agência Kyodo.

O teste nuclear subterrâneo anunciado na semana passada por Pyongyang agudizou o clima de tensão na península coreana, desencadeou o protesto quase unânime da comunidade internacional e levou o Conselho de Segurança da ONU a considerar novas e mais duras sanções contra a Coreia do Norte.

O regime norte-coreano, liderado por Kim Jong-un, garantiu ter detonado, pela primeira vez, uma bomba de hidrogénio, apesar de muitos especialistas sustentarem que provavelmente fez explodir uma bomba de fissão potenciada.

Lusa

  • Negócios do Fogo
    22:00
  • Direção da Raríssimas na Madeira demitiu-se em setembro
    1:58

    País

    Três representantes da Raríssimas na ilha da Madeira demitiram-se, em setembro, de costas voltas para a direção. A delegação da instituição na ilha começou em 2015 e fechou com as três demissões. Em entrevista à SIC, uma das antigas delegadas afirmou que todos os fundos angariados foram para a sede, em Lisboa, ficando depois sem dinheiro para pagar as despesas.

  • Deputado do PSD recusa vice-presidência da Raríssimas
    1:58

    País

    Nas reações políticas ao caso da Raríssimas, o PSD e CDS dizem que é preciso acionar todos os mecanismos legais apropriados para averiguar a situação. O deputado social-democrata, Ricardo Baptista Leite, que tinha sido convidado recentemente para vice-presidente da instituição, diz que já não há condições para tomar posse.

  • Turistas aproveitam nevão na Serra da Estrela
    1:23
  • Fortes nevões no norte da Europa
    0:59
  • Dezenas de feridos em protestos contra decisão de Trump em Israel
    1:55
  • A brincadeira de um youtuber que podia ter acabado mal

    Mundo

    Um jovem youtuber inglês enfiou a cabeça num saco de plástico, prendeu-a na parte interna de um microondas e encheu depois o eletrodoméstico com cimento. A brincadeira, que podia ter acabado de forma trágica, deixou o jovem completamente preso e obrigou à intervenção dos serviços de emergência.

    SIC

  • "Popeye" russo pode ter que amputar braços

    Mundo

    Um jovem russo injetou um óleo no corpo para conseguir ter músculos, mais propriamente nos seus braços, que já cresceram cerca de 25 centímetros. Contudo, segundo um médico, o procedimento pode levar à necessidade de amputação, deixando o jovem sem os membros.