sicnot

Perfil

Mundo

Turquia detém 65 suspeitos após atentado suicida em Istambul

Um total de 65 pessoas, incluindo três russos e 15 sírios, acusadas de estarem relacionadas com o grupo extremista Estado Islâmico (EI), foram detidas hoje, um dia depois do atentado suicida que provocou dez mortos em Istambul.

© Osman Orsal / Reuters

Segundo a agência Dogan, entre os suspeitos figuram três russos, que foram detidos em Antalya, na costa mediterrânea, e 15 sírios e um cidadão turco que foram detidos na capital turca, Ancara.

As forças de segurança apreenderam documentos nos lugares onde decorreram as detenções.

A polícia suspeita que os detidos em Ancara esta manhã estariam a recolher informação sobre os edifícios públicos na capital.

A operação de maior envergadura no âmbito do atentado de terça-feira ocorreu em Sanliurfa, perto da fronteira com a Síria, onde foram detidos 21 suspeitos.

Em Kilis, na fronteira síria, foram detidos outros quatro estrangeiros, que se acredita terem chegado da Síria e que são acusados de pertencer ao EI.

Dois deles são menores de idade e forma entregues aos pais, enquanto os dois adultos foram acusados de pertencerem a um grupo terrorista.

Outros 21 suspeitos foram detidos em cidades da província de Mersin, na vizinha Adana e em Diyarbakir, a principal cidade das regiões de maioria curda.

Lusa

  • Videoamador mostra grupo a atar tocha a um touro
    1:33
  • PJ investiga forma como o FC Porto obteve os e-mails
    1:58

    Desporto

    Enquanto o campeonato português de futebol está de férias do relvado, nos bastidores continua uma guerra aberta por causa dos e-mails. O FC Porto entregou à Polícia Judiciária toda a documentação disponível do chamado caso dos e-mails, que envolve o Benfica num alegado esquema de corrupção. O pedido foi feito pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ. A forma como o FC Porto obteve os e-mails também está a ser investigada pela Polícia Judiciária.

  • Manifestantes bloquearam Caracas

    Mundo

    Milhares de pessoas bloquearam esta sexta-feira as ruas de Caracas e de outras cidades, em protesto contra a repressão e o assassinato de manifestantes pelas forças de segurança.