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Testemunhas de atentado no Burkina Faso contam que atacantes atiraram indiscriminadamente

Duas testemunhas que viveram o primeiro ataque da noite de ontem no Burkina Faso contam como tudo a aconteceu. Estavam no café que foi o primeiro local de atentado e onde morreram pelo menos 10 pessoas, entre as quais turistas norte-americanos.

As forças de segurança libertaram 126 pessoas de um hotel na capital do Burkina Faso, 33 com ferimentos. Pelo menos 23 pessoas morreram.

O atentado começou ontem à noite e, de acordo com o ministro do Interior do país, durante o assalto das forças de segurança, quatro terroristas foram mortos.

As autoridades tiveram muitas dificuldades em chegar aos últimos andares do hotel, onde os terroristas tinham várias pessoas reféns, porque os acessos estavam armadilhados com explosivos.

O ataque foi reivindicado pela Al-Qaeda do Magrebe Islâmico (AQMI), através de combatentes do grupo Al-Murabitun, liderados pelo histórico jihadista argelino Mokhtar Belmokhtar.

O hotel Splendid é geralmente utilizado por funcionários da ONU e por cidadãos ocidentais, sensivelmente os mesmos frequentadores do café-restaurante Cappuccino, localizado em frente ao hotel e também atingido no ataque.

Pelo menos 23 pessoas de 18 nacionalidades mortas

Pelo menos 23 pessoas de 18 nacionalidades distintas foram mortas no ataque terrorista ao hotel Splendid, em Ouagadougou, declarou hoje o Presidente, Christian Kaboré.

De acordo com a agência de notícias espanhola EFE, o chefe de Estado esteve no hotel depois de o exército ter encerrado as operações no local.

Uma fonte das forças de segurança confirmou à agência de notícias francesa AFP que as operações no hotel foram encerradas esta manhã, mas que as buscas continuam ao redor do hotel Splendid e do café-restaurante Cappuccino.

Quatro jihadistas, incluindo duas mulheres, foram mortos no ataque, referiu a fonte das forças de segurança à AFP. Um quinto jihadista acabou por fugir.

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