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Tribunal sérvio volta a negar aos herdeiros de Tito devolução de bens

Um tribunal sérvio voltou a negar aos herdeiros do falecido presidente da Jugoslávia, Josip Broz Tito, a entrega de bens que reclamam como privados mas que a justiça considera implicitamente como sendo património do Estado.

© Danilo Krstanovic / Reuters

"Eles [o tribunal] consideram esses bens como estatais e para nós isso é algo de inaceitável", disse à agência noticiosa Efe a advogada da família Gordana Spasojevic, que anunciou ter recorrido da sentença.

Esta nova decisão judicial, divulgada recentemente, é a quinta com parecer negativo deste 2002, quando os familiares de Tito anunciaram a pretensão de receber esse património.

Segundo Spasojevic, os herdeiros do marechal Tito, falecido em 1980, apenas obtiveram uma modesta parte da herança na sequência de um processo em 1983.

"Agora querem fechar-nos a porta para o restante. O que realmente tem valor não pretendem devolver", declarou a advogada.

Os requerentes são um filho de Tito e quatro netos por parte de outro filho, já falecido, e ainda duas irmãs da sua viúva, Jovanka Broz, que faleceu em 2013.

A advogada não precisou que género de bens estão a ser reclamados, por serem considerados "segredo de Estado", mas diversos media sérvios asseguraram tratar-se de presentes recebidos por Tito, incluindo obras de arte, joias e mobiliário.

Líder dos 'partisans' antifascistas jugoslavos no decurso da Segunda Guerra Mundial, Tito governou a federação socialista jugoslava desde 1945 até à sua morte aos 87 anos, em maio de 1980.

Lusa

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