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71 anos da libertação de Auschwitz

71 anos da libertação de Auschwitz

Faz hoje 71 anos que foram libertados os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz. Alguns sobreviventes regressaram ao local para pedir que o mundo não esqueça o que aconteceu.

  • "Contabilista de Auschwitz" condenado a 4 anos de prisão

    Mundo

    Um tribunal alemão condenou a quatro anos de prisão Oskar Gröning, conhecido como o "contabilista de Auschwitz". Gröning, de 94 anos, foi considerado cúmplice na “Operação Hungria”, em que 300 mil judeus da Hungria foram mortos à chegada a Auschwitz.

  • Nascidos no Holocausto
    18:24

    Reportagem Especial

    "Os Bebés de Auschwitz. Nascidos para sobreviver" é um livro que narra a história de 3 mulheres e dos seus bebés que sobreviveram à chamada solução final, de Hitler. A SIC acompanhou o regresso dos filhos destas mães ao campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, onde foram salvas pelas tropas norte-americanas.

  • Antigo guarda nazi Oskar Groening pede perdão a vítimas de Auschwitz
    2:39

    Mundo

    Oskar Groening, o antigo guarda nazi apelidado de "contabilista de Auschwitz", que começou hoje a ser julgado na Alemanha por cumplicidade no assassínio de 300.000 pessoas, pediu "perdão às vítimas" do campo de concentração na abertura do julgamento. "Para mim não há dúvida de que partilho uma culpa moral", declarou o antigo SS, de 93 anos.

  • Auschwitz foi (só) há 70 anos
    3:44

    SIC Europa

    Esta semana fica marcada pela comemoração dos 70 anos da libertação dos prisioneiros de Auschwitz, o maior campo de concentração nazi.O local onde mais de um milhão de pessoas foram mortas recebeu a visita de familiares das vitimas e de alguns sobreviventes.

  • Trezentos sobreviventes voltaram ao campo de concentração de Auschwitz
    3:14

    Mundo

    Há precisamente 70 anos, a 27 de janeiro de 1945, as tropas soviéticas abriam os portões do complexo de Auschwitz-Birkenau, abandonado dias antes pelas derrotadas forças nazis.Cerca de 300 sobreviventes voltaram hoje ao campo de concentração, onde perto de um milhão e meio de pessoas morreu, a esmagadora maioria judeus.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.