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Polícia exige retirada de ocupantes de reserva no Oregon para evitar "banho de sangue"

As autoridades policiais do condado de Harney, Estados Unidos, exigiram esta quarta-feira a retirada dos últimos ocupantes de uma reserva natural no Oregon (oeste), para evitar um "banho de sangue".

Ammon Bundy (em cima, à esquerda), que liderou o protesto, foi um dos detidos. Bundy explicou que as suas ações foram motivadas pelo pedido de um rancheiro que queria levar as suas 600 cabeças de gado a pastar numa propriedade federal, mas foi impedido de o fazer quando os Serviços de Pescas e Vida Selvagem dos Estados Unidos instalaram ali uma vedação.

Ammon Bundy (em cima, à esquerda), que liderou o protesto, foi um dos detidos. Bundy explicou que as suas ações foram motivadas pelo pedido de um rancheiro que queria levar as suas 600 cabeças de gado a pastar numa propriedade federal, mas foi impedido de o fazer quando os Serviços de Pescas e Vida Selvagem dos Estados Unidos instalaram ali uma vedação.

© Handout . / Reuters

"Já é tempo, para todos, que termine esta ocupação ilegal. Não deve haver um banho de sangue na nossa comunidade", declarou em conferência de imprensa o xerife David Ward, numa referência aos manifestantes que contestam a autoridade do Governo federal.

As declarações do responsável local ocorreram um dia após uma operação policial contra os ativistas, com um balanço de um morto e seis detenções entre os ocupantes das instalações do parque natural.

Ammon Bundy, que liderou o protesto, foi um dos detidos. Bundy explicou que as suas ações foram motivadas pelo pedido de um rancheiro que queria levar as suas 600 cabeças de gado a pastar numa propriedade federal, mas foi impedido de o fazer quando os Serviços de Pescas e Vida Selvagem dos Estados Unidos instalaram ali uma vedação.

A ocupação da reserva natural de Malheur, no Oregon, começou a 2 de janeiro, no seguimento de uma manifestação de apoio a dois rancheiros locais, Dwight Hammond e o seu filho Steven, de 73 e 46 anos, respetivamente, que foram condenados por queimadas não autorizadas em território federal em 2001 e 2006.

Lusa

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