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Pilotos responsabilizados por queda de avião em Taiwan em 2014

Dois pilotos da TransAsia causaram a queda do avião, em 2014, que matou 48 pessoas, por voarem a uma altitude demasiado baixa quando tentavam aterrar a aeronave numa ilha durante um tufão, disseram as autoridades de aviação de Taiwan.

 Dois pilotos da TransAsia causaram a queda do avião, em 2014, que matou 48 pessoas, por voarem a uma altitude demasiado baixa quando tentavam aterrar a aeronave numa ilha durante um tufão, disseram as autoridades de aviação de Taiwan.

Dois pilotos da TransAsia causaram a queda do avião, em 2014, que matou 48 pessoas, por voarem a uma altitude demasiado baixa quando tentavam aterrar a aeronave numa ilha durante um tufão, disseram as autoridades de aviação de Taiwan.

© Pichi Chuang / Reuters

As autoridades concluíram que os pilotos fizeram a aeronave voar abaixo da altitude mínima permitida em cenários de reduzida visibilidade, causada pelo tufão Matmo, a 23 de julho de 2014, segundo o relatório final da investigação ao acidente.

Considerou-se que o erro procedimental era frequente entre os pilotos da TransAsia na altura, colocando passageiros e tripulação em perigo.

O voo GE222 transportava 54 passageiros e quatro tripulantes quando embateu contra árvores e casas perto do aeroporto de Magong, nas ilhas Penghu. Dez pessoas sobreviveram.

"Uma aeronave sob o controlo da tripulação de voo foi involuntariamente direcionada para um terreno plano, com a tripulação a ter consciência limitada da proximidade da aeronave em relação ao terreno", disse o Conselho de Segurança na Aviação, no relatório.

O avião tinha-se desviado do percurso devido a uma tempestade causada pelo tufão Matmo.

"Eles não tinham acesso visual ao ambiente da pista, ao contrário do que pedem os procedimentos de operação", indica o relatório.

"Descobrimos que os pilotos da TransAsia que comandavam a frota ATR tinham problemas semelhantes e quisemos saber porque é que a transportadora tolerava esta situação entre os seus pilotos, e porque é que a Administração de Aeronáutica Civil não descobriu isto quando realizava as suas inspeções regulares", afirmou o diretor do conselho, Thomas Wang.

Segundo Wang, "os pilotos da companhia estavam a voar sem respeitar os procedimentos padrão, como parte de uma cultura no local de trabalho que colocou em risco a segurança dos voos".

De acordo com as transcrições das duas caixas negras do avião, que registaram as vozes no 'cockpit' e outros dados do voo, o copiloto respondeu negativamente duas vezes quando questionado sobre se conseguia ver a pista.

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