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Sete mortos em novo atentado suicida no Iémen

Sete pessoas morreram e outras tantas ficaram feridas num atentado suicida cometido esta sexta-feira em Aden, no sul do Iémen, considerada a capital provisória do poder reconhecido pela comunidade internacional, revelaram fontes médicas e da área da segurança.

O atentado visou um posto de controlo da polícia não muito distante do local onde, na quinta-feira, foi cometido um outro ataque suicida, esse na entrada do Palácio Al-Maachiq, onde reside o presidente iemenita, Abd Rabbo Mansour Hadi.

O atentado visou um posto de controlo da polícia não muito distante do local onde, na quinta-feira, foi cometido um outro ataque suicida, esse na entrada do Palácio Al-Maachiq, onde reside o presidente iemenita, Abd Rabbo Mansour Hadi.

© Khaled Abdullah / Reuters

O atentado visou um posto de controlo da polícia não muito distante do local onde, na quinta-feira, foi cometido um outro ataque suicida, esse na entrada do Palácio Al-Maachiq, onde reside o presidente iemenita, Abd Rabbo Mansour Hadi, no bairro de Crater, acrescentaram as mesmas fontes.

Ainda de acordo com fontes da segurança, um suicida num carro fez explodir a viatura contra o posto de controlo da polícia em Aqaba, a cerca de um quilómetro do local do ataque, já reivindicado pelo grupo Estado Islâmico, que fez pelo menos oito mortos e 17 feridos na quinta-feira e que teria como alvo o governador de Aden, o general Aidarous Zoubeïdi, que não se encontrava no local.

Seis carros e uma mesquita ficaram danificados com a explosão de quinta-feira.

A 5 de janeiro, o governador de Aden e o chefe de polícia da província, assim como o governador da província vizinha, Lahej, escaparam a um atentado suicida em Aden.

Os ataques armados são cada vez mais numerosos em Aden, onde as autoridades lutam para restabelecer a segurança depois de meses de guerra entre as forças pró-governamentais e rebeldes xiitas que controlam a capital, Sana.

Os atentados em Aden, cidade portuária onde grupos 'jihadistas' como a Al Qaeda e o Estado Islâmico têm uma forte presença, visam sobretudo representantes dos serviços de segurança.

As autoridades lançaram operações contra os 'jihadistas' no início deste mês, impondo uma hora de recolher noturna.

A província de Aden, e grande parte do sul, foi recuperada aos rebeldes xiitas 'houties' em meados de julho por forças pró-governamentais apoiadas pela coligação árabe, que começou a intervir em março de 2015 no Iémen, sob a liderança da Arábia Saudita.

Lusa

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