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Israel avisa Hamas que vai responder em força a agressões

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, avisou no domingo o movimento islâmico palestiniano Hamas de que atacará com "muita força" se o grupo desencadear agressões contra Israel recorrendo a túneis, como afirmaram vários dos seus dirigentes, adiantou a agência EFE.

© Amir Cohen / Reuters

"Estamos a trabalhar de forma metódica e fria contra todas as ameaças, incluindo a do Hamas, e a adotar medidas quer defensivas, quer ofensivas", disse Netanyahu numa conferência na Chancelaria israelita, diante de embaixadores e chefes de missões diplomáticas de Israel no mundo.

O Hamas e o seu braço armado, as brigadas Ezzedine al-Qassam, usam túneis para entrar ilegalmente no Egito e em Israel e atacar povoações. As forças armadas egípcias e israelitas destruíram vários túneis nos últimos dois anos.

O chefe do Governo advertiu: "Se nos atacarem com túneis em Gaza, vamos atuar com muita força contra o Hamas".

O governante ameaçou ainda que a resposta "terá muito mais intensidade do que a última operação" israelita lançada na Faixa de Gaza, no verão de 2014.

"Creio que isto é entendido na região e no mundo, e espero que não seja necessário que [o Hamas] nos ponha à prova", declarou.

A imprensa israelita publicou recentemente, citando diferentes fontes da segurança, que o Hamas tinha reconstruído os túneis destruídos por Israel durante a guerra no verão de 2014, e estava novamente pronto para um confronto militar.

As declarações de Netanyahu acontecem numa altura em que o Hamas crispou o discurso, o que já foi contestado este fim de semana pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que disse sentir-se "alarmado" pela intenção do grupo islâmico de continuar a construir túneis e a disparar 'rockets' contra Israel.

No domingo, o porta-voz do Hamas em Gaza, Sami Abu Zuhri, assegurou que "esses túneis são defensivos para proteger a Faixa de Gaza" e que "os comentários de Ban Ki-moon contradizem o direito internacional e mostram uma posição parcial a favor da ocupação israelita".

Lusa

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