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Venezuela vai usar "drones" para combater a insegurança e contrabando

A Venezuela vai usar "drones" (aeronaves não tripuladas) para combater a insegurança dos cidadãos e o contrabando de produtos, em especial nas zonas fronteiriças com a vizinha Colômbia, anunciou hoje o ministro da Justiça e Paz, Gustavo González López.

© Francois Lenoir / Reuters

"Esta plataforma tecnológica ('drones') permite detetar, localizar e fortalecer as investigações realizadas pelos órgãos de segurança num determinado lugar, com o fim de estender a capacidade operacional e o resguardo perante qualquer ação de delito", disse aos jornalistas.

Segundo Gustavo González López os 'drones' usam tecnologia chinesa e contêm "câmaras com capacidade de visão superior a um quilómetro, uma autonomia de voo próxima dos 50 minutos e permitem especificar cada circunstância num preciso instante".

Os 'drones', precisou, vão ainda ser usados para verificar o trânsito nas principais estradas do país.

A gestão dos 'drones' será feita desde centros de comando "Ven 911" (Venezuela 911, emergências) que estão a ser ativados no Distrito Capital e nos Estados venezuelanos de Nova Esparta, Zúlia, Barinas e Barcelona.

A insegurança é uma das principais queixas dos cidadãos da Venezuela, afetando tanto nacionais como estrangeiros radicados no país, entre eles a comunidade portuguesa.

Por outro lado as autoridades atribuem o contrabando de produtos para a vizinha Colômbia, como uma das ações ilegais que afetam o abastecimento de produtos de primeira necessidade na Venezuela.

Lusa

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