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Hong Kong inicia investigação após deteção de gripe aviária em mercado de Macau

Depois de ter sido detetado o vírus da gripe aviária H7N9 num mercado em Macau, inspetores de saúde de Hong Kong estão a investigar se o mesmo fornecedor do interior da China abastece a cidade.

© Tyrone Siu / Reuters

Na quarta-feira, as autoridades de Macau abateram 15 mil aves de capoeira e suspenderam a venda destes animais durante pelo menos três dias por ter sido detetado o vírus da gripe aviária H7N9 num mercado.

O vírus foi detetado numa banca que vendia galinhas provenientes de uma quinta na província chinesa de Guangdong, adjacente a Macau e Hong Kong.

O secretário para a Alimentação e Saúde de Hong Kong, Ko Wing-man, disse hoje que está preocupado com o incidente, mas acrescentou que a situação daquela região era diferente da de Macau, segundo o jornal South China Morning Post.

Ko Wing-man afirmou que, ao contrário de Macau, a empresa de Guangdong não fornece galinha amarela a Hong Kong, mas fornece outras carnes à antiga colónia britânica.

"Às vezes ainda nos fornecem galinha amarela, mas vem de Hainan", disse Ko Wing-Man à Rádio e Televisão Pública de Hong Kong (RTHK).

"O risco é relativamente baixo", acrescentou.

Embora não se verifique o fornecimento de galinhas provenientes de Guangdong, Ko Wing-Man disse que o centro de segurança alimentar estava a tentar averiguar se a quinta implicada fornece outras aves de capoeira a Hong Kong.

"Quaisquer mercados ou quintas no perímetro de três quilómetros dessa quinta terão de deixar de fornecer [aves] a Hong Kong", disse Ko.

Houve uma proibição temporária de importar frango vivo do interior da China para Hong Kong há cerca de um ano, depois de amostras de uma quinta em Huizhou, Guangdong, terem testado positivo ao H7N9 da gripe aviária. A proibição foi entretanto levantada.

Lusa

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