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Seul confirma que Coreia do Norte vai lançar míssil de longo alcance

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul confirmou hoje que a Coreia do Norte vai lançar um míssil a partir da costa noroeste do país e garantiu estar a preparar-se para o intercetar.

Os EUA testam a primeira bomba de hidrogénio, a "Ivy Mike", nas Ilhas Marshall, no oceano Pacífico, a 1 de novembro de 1952.

Os EUA testam a primeira bomba de hidrogénio, a "Ivy Mike", nas Ilhas Marshall, no oceano Pacífico, a 1 de novembro de 1952.

AP

"A Coreia do Norte prepara o lançamento do míssil de longo alcance a partir da base de Sohae, na costa oeste", assegurou um porta-voz da Defesa sul-coreana.

Seul também confirmou que as Forças Armadas sul-coreanas estão preparadas para detetar e intercetar o foguete ou fragmentos do mesmo no caso de alcançarem o espaço aéreo, território ou águas da Coreia do Sul.

Espera-se que Pyongyang lance o míssil na direção sul, a partir de Sohae, perto da fronteira com a China, pelo que, em caso de erro, alguns fragmentos podem despenhar-se na Coreia do Sul.

Por outro lado, a televisão japonesa NHK noticiou hoje o deslocamento de uma rampa de lançamento para outra base norte-coreana -- a de Tonghae, no nordeste do país. Existe assim a possibilidade de a Coreia do Norte estar a preparar outros lançamentos, provavelmente de mísseis de menor alcance.

Relativamente a esta hipótese, o Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que tal informação "não foi ainda confirmada".

A Coreia do Norte revelou na terça-feira a sua intenção de lançar, entre 08 e 25 de fevereiro, um satélite.

O anúncio seguiu-se a rumores sobre a preparação pela Coreia do Norte de um teste de míssil balístico, um novo passo para atingir o seu objetivo de obter mísseis nucleares, em violação de resoluções das Nações Unidas.

Embora Pyongyang insista em que o seu programa espacial tem apenas natureza científica, a comunidade internacional crê que tais lançamentos encobrem testes de mísseis balísticos.

O anúncio por parte de Pyongyang suscitou reações em todo o mundo e particularmente críticas por parte da Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos.

A China também manifestou a sua preocupação relativamente aos planos da Coreia do Norte.

Lusa

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