sicnot

Perfil

Mundo

Strauss-Kahn vai administrar banco de milionário ucraniano

O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Khan foi contratado para a administração do banco Credit-Dnepr, propriedade do magnata ucraniano Viktor Pinchuk, noticia a BBC.

Michel Spingler

Strauss-Kahn, que se demitiu da direção do FMI em 2011, na sequência de acusações de violação por uma empregada de hotel de Nova Iorque, vai integrar o recém-criado conselho de supervisão da instituição financeira do segundo homem mais rico da Ucrânia.

O dono do Credit-Dnepr é genro do antigo Presidente do país, Leonid Kuchma, tendo uma fortuna avaliada em 1,43 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros).

Durante os anos 90, Viktor Pinchuk construiu um dos maiores conglomerados industriais da Ucrânia, a Interpipe, dedicada à indústria metalúrgica.

Segundo uma sondagem, realizada entre 24 e 26 de junho de 2015 pelo instituto de estudos de opinião Ifop, um em cada três franceses queria que Dominique Strauss-Kahn regressasse à política como ministro.

Além de 36% dos cidadãos franceses quererem Strauss-Kahn de volta à ribalta política, 32% prefeririam mesmo que, em caso de remodelação do Governo, fosse ele o novo primeiro-ministro.

Depois do escândalo sexual em Nova Iorque, caso que veio a ser arquivado, em 2012 o antigo ministro das Finanças francês foi envolvido noutra polémica, que incluía a participação em orgias com prostitutas, na qual acabou por ser absolvido.

Lusa

  • "Joguem à bola"
    1:35

    Desporto

    Cerca de uma centena de adeptos do Sporting esperaram até perto das 3:00 pela chegada da equipa ao estádio de Alvalade. Depois da eliminação da Taça de Portugal, em Chaves, foi necessário o reforço policial para garantir a segurança da comitiva leonina.

  • Acordo de concertação social assinado por todos os parceiros

    Economia

    Está assinado o acordo da Concertação Social que estipula a descida da TSU para as empresas como contrapartida do aumento do salário mínimo. Ao contrário do que é habitual, o momento não foi assinalado na sede do Conselho Económico e Social (CES), mas as assinaturas foram dvulgadas no Twitter.

  • Oposição diz que défice abaixo dos 2,3% se deve ao aumento de impostos
    2:24

    Economia

    O défice de 2016 vai ficar abaixo dos 2,3%, uma garantia dada pelo primeiro-ministro durante o debate quinzenal desta terça-feira. A oposição diz que o resultado é bom para o país mas que se deve a um aumento de impostos, feito pelo Governo no ano passado, e ao trabalho do PSD e do CDS nos anos anteriores.