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ONU acusa Damasco de "extermínio" de detidos

Investigadores da ONU sobre a Síria acusaram hoje Damasco de "extermínio" de detidos, assegurando que estas "mortes em massa" de prisioneiros são resultado de uma "política de Estado".

"Os presos (...) são espancados até à morte ou morrem na sequência dos seus ferimentos ou atos de tortura", refere o relatório da ONU.

"Os presos (...) são espancados até à morte ou morrem na sequência dos seus ferimentos ou atos de tortura", refere o relatório da ONU.

© Alaa Al-Marjani / Reuters (Arquivo)

"Os presos (...) são espancados até à morte ou morrem na sequência dos seus ferimentos ou atos de tortura", referem no seu último relatório os peritos mandatados pelo Conselho dos direitos humanos da ONU, e que associam a política de "extermínio" de prisioneiros e um "crime contra a humanidade".

"É evidente que as autoridades governamentais que administram as prisões e centros de detenção estão informadas de que estas mortes ocorrem numa escala em massa", sustentam, antes de indicarem que dezenas de milhares de pessoas, incluindo mulheres e crianças, permanecem detidas nas prisões governamentais sírias.

Estas "mortes em massa de prisioneiros" são a consequência das terríveis e propositadas condições de vida nos centros de detenção, e o resultado de uma "política de Estado que tem por objetivo atacar a população civil", afirmam os investigadores.

Os quatro membros da comissão de inquérito da ONU sobre as violações de direitos humanos na Síria nunca obtiveram autorização de Damasco para entrar no país, mas recolheram milhares de testemunhos de vítimas, documentos e fotos por satélite.

Lusa

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