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EUA voltam a recusar liberdade condicional ao assassino de Robert Kennedy

A justiça norte-americana recusou na quarta-feira, pela 15.ª vez, a liberdade condicional ao homem que assassinou o senador Robert Kennedy durante a campanha eleitoral das presidenciais dos EUA de 1968.

© Handout . / Reuters

Sirhan Sirhan, com 71 anos de idade, foi considerado culpado a 17 de abril de 1969 da morte do irmão do ex-Presidente dos Estados Unidos da América John Kennedy, também ele assassinado em 1963.

Inicialmente, foi condenado à morte, mas a pena passou a prisão perpétua em 1972.

Sirhan Sirhan declarou na quarta-feira, durante três horas, perante uma comissão do estado da Califórnia que avaliou o seu caso, que já não se lembra do tiroteio em que morreu Bobby Keneddy.

O condenado acrescentou que tinha bebido muito naquele dia e que gostava "que nada tivesse acontecido".

"Legalmente falando, não sou responsável por nada", afirmou.

Os membros da comissão consideraram que Sirhan não mostra qualquer arrependimento e sublinharam que o crime "teve um impacto em toda a nação [EUA]" e até "no mundo inteiro".

Sirhan Sirhan, um emigrante palestiniano, assassinou Bob Kennedy no hotel Ambassador, em Los Angeles, depois de o senador ter ganhado as primárias do Partido Democrata para as presidenciais. No atentado, ficaram feridas mais cinco pessoas.

O assassino justificou o ato com o facto de Bob Kennedy apoiar a venda de aviões militares a Israel.

Lusa

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