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Angela Merkel favorável a uma zona de exclusão aérea na Síria

A chanceler alemã Angela Merkel manifestou hoje em entrevista ao diário Stuttgarter Zeitung o seu apoio a uma zona de exclusão aérea na Síria e que tem vindo a ser proposta há vários meses pela Turquia.

© Morris MacMatzen / Reuters

"Na atual situação seria útil a existência de uma zona que não seja bombardeada por nenhum dos beligerantes, uma espécie de zona de exclusão aérea", declarou Merkel, interrogada sobre a ideia de "zonas securitárias" na Síria.

Para a dirigente alemã não é possível "negociar com os terroristas" da organização 'jihadista' Estado Islâmico (EI), mas um acordo entre os apoiantes do Presidente sírio Bashar al-Assad e a "coligação anti-Assad" sobre esta questão seria "de grande utilidade".

Angela Merkel não precisou os contornos da eventual zona de exclusão. A Turquia propõe desde há meses uma zona de segurança que se prolongue de Azaz a Jarablus, no norte da Síria, para acolher os deslocados sírios no seu próprio território.

A chanceler alemã considerou que "os bombardeamentos sobre e em redor de Alepo [norte], em particular por parte do exército russo, tornam ainda mais complicada" a situação na Síria, após cinco anos de guerra que já provocaram mais de 260.000 mortos.

Ancara tem ainda tentado associar os seus parceiros da NATO à ideia de uma zona de exclusão aérea, mas a administração dos Estados Unidos tem denunciado divisões sobre a questão. Por sua vez, a Rússia tem-se oposto firmemente, em nome do respeito pela soberania nacional.

Lusa

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