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Vocalista dos Eagles of Death Metal defende "acesso universal" às armas de fogo

O vocalista dos Eagles of Death Metal defende o "acesso universal" às armas de fogo. Jesse Hughes atuava na sala de espetáculos Bataclan, em Paris, na noite dos ataques de 13 de novembro.

O grupo rock norte-americano liderado por Jesse Hughes (na imagem) vai tocar na emblemática sala de espetáculos parisiense Olympia no próximo dia 16 de fevereiro. (Arquivo)

O grupo rock norte-americano liderado por Jesse Hughes (na imagem) vai tocar na emblemática sala de espetáculos parisiense Olympia no próximo dia 16 de fevereiro. (Arquivo)

Barry Brecheisen / AP

Em entrevista à estação de televisão francesa iTéle, Hughes emocionou-se ao relembrar a noite dos atentados nos quais morreram 89 pessoas, às mãos do Daesh.

"O vosso controlo de armas em França impediu que uma única pessoa morresse no Bataclan?", questionou.

"Penso que a única coisa que impediu mais mortes foi a ação dos homens mais corajosos que já vi na miha vida, que diante da morte se atiraram com as suas armas de fogo. Sei que as pessoas não concordam comigo, mas parece-me que Deus fez o homem e a mulher e naquela noite as armas tornaram-se iguais. Odeio que seja assim. Penso que a única forma em que o meu pensamento se alterou é achar que toda a gente tem de ter armas", declarou o vocalista da banda da Califórnia.

Meses após os atentados, Hughes confessa ainda ter pesadelos "acordado".

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