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EUA anunciam acordo provisório com Rússia para cessar-fogo na Síria

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, anunciou hoje que foi conseguido um "acordo provisório" com o seu homólogo russo, Sergei Lavrov, para um cessar-fogo na Síria nos próximos dias.

© Rodi Said / Reuters

"Foi alcançado um acordo provisório, um princípio de acordo" com Lavrov para travar as hostilidades "nos próximos dias", disse Kerry em Amã, durante uma conferência de imprensa com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia, Naser Judeh.

O responsável norte-americano, que não apresentou datas ou mais detalhes do acordo, disse, na sua intervenção, que "quase se chegou a um acordo sobre as modalidades para o cessar-fogo".

Kerry limitou-se a garantir que havia mantido contactos com o seu homólogo russo a partir da capital jordana, para onde viajou na tentativa de relançar o processo de paz entre israelitas e palestinianos.

Para a imprensa, o secretário de Estado dos Estados Unidos insistiu em que a guerra síria não pode ser vencida pela força das armas e sublinhou que uma solução política "com um governo transitório sem (o Presidente Bashar) al-Assad" é a única alternativa para a situação na Síria.

Está previsto que Kerry se reúna hoje, em Amã, com o rei Abdullah da Jordânia e com o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas.

Kerry e Lavrov mantiveram contacto telefónico, no sábado, em que analisaram "os progressos na redação de um projeto com uma série de opções para que se cesse as hostilidades", ainda que efetivamente ainda não se tenha alcançado um acordo, informou o Governo dos Estados Unidos.

"O secretário de Estado Kerry expressou o seu desejo de que o cessar-fogo possa ser alcançado no menor tempo possível", acrescentou o comunicado do Governo norte-americano.

Os Estados Unidos e a Rússia anunciaram a 11 de fevereiro, na Alemanha, um acordo para alcançar um cessar-fogo na Síria numa semana, prazo que já expirou há vários dias.

Em quase cinco anos de conflito na Síria, segundo a ONU, pelo menos 260 mil pessoas morreram e cinco milhões de sírios procuraram refúgio no estrangeiro.

Lusa

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