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Ilha canadiana oferece-se para acolher norte-americanos anti-Trump

Uma ilha canadiana propõe-se acolher os norte-americanos que se opõem a Donald Trump caso o milionário norte-americano, na corrida republicana para a Casa Branca, for eleito Presidente dos Estados Unidos em novembro.

Um cartaz do candidato presidencial conservador, Donald Truump à porta de uma casa em West Des Moines, Iowa, nos Estados Unidos

Um cartaz do candidato presidencial conservador, Donald Truump à porta de uma casa em West Des Moines, Iowa, nos Estados Unidos

© Jim Young / Reuters

Um site da Internet concebido por um animador de rádio encoraja os norte-americanos a instalarem-se na ilha de Cabo Bretão, situada na província da Nova Escócia, a 400 quilómetros da fronteira norte-americana, se Donald Trump vencer a eleição presidencial.

O endereço oferece igualmente uma ligação para o posto de turismo da ilha, destacando a habitação a preços acessíveis, bem como sistema de saúde universal do Canadá, numa alusão aos discursos extravagantes do magnata do imobiliário na campanha republicana.

"Não espere que Donald Trump seja eleito Presidente para encontrar outro lugar para viver", explica o site.

"Comece já hoje e, no dia do escrutínio, só terá de apanhar um autocarro para começar a nova vida no Cabo Bretão, onde as mulheres podem abortar, os muçulmanos circulam livremente e os muros servem apenas para erguer as nossas casas", lê-se na página.

A responsável turística da ilha, Mary Tulle, disse à agência France Press que "não fazem discriminação segundo a filiação política" e que "todas as pessoas são bem vindas", sublinhando os laços históricos e comerciais com os Estados Unidos da América.

Como a sua mãe fala escocês, "o próprio Donald Trump pode vir", afirmou, acrescentando que a ilha foi colonizada por escoceses.

Devido ao interesse que os media norte-americanos dedicaram ao site, o posto de turismo da ilha recebeu mais de 300.000 visitas numa semana, mais do que em todo o ano passado, segundo a mesma responsável.

"Recebemos 5.000 pedidos de informação específicos sobre a ilha por parte de norte-americanos, sobre a imigração para o Canadá, as oportunidades de trabalho e o imobiliário", precisou.

Lusa

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