sicnot

Perfil

Mundo

Principais grupos da oposição síria confirmam trégua temporária de duas semanas

Os principais grupos da oposição síria afirmaram hoje o seu compromisso com uma "trégua temporária de duas semanas", através de um comunicado publicado sobre o cessar-fogo que entra em vigor no sábado.

Um rapaz com uma bandeira da oposição síria.

Um rapaz com uma bandeira da oposição síria.

© Bassam Khabieh / Reuters

"O Alto Comité das Negociações considerou que uma trégua temporária de duas semanas será uma oportunidade para verificar a seriedade do compromisso da outra parte", refere o texto divulgado após uma reunião em Riade.

O Alto Comité das Negociações agrupa os principais grupos da oposição política e militar síria.

Os Estados Unidos e a Rússia chegaram a um acordo de cessar-fogo na Síria a partir das 00:00 de sábado em Damasco (22:00 de sexta-feira em Lisboa).

A cessação das hostilidades -- que desde há cinco anos provocou centenas de milhares de mortos e milhões de refugiados -- não abrange no entanto o grupo 'jihadista' autoproclamado Estado Islâmico (EI) e a Frente al-Nursa, o ramo da Al-Qaida na Síria.

O Presidente da Síria, Bashar al-Assad, confirmou também estar pronto para contribuir para a implementação do cessar-fogo.

Lusa

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.