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Pentágono quer aumento de 16% do orçamento para a guerra cibernética

O Pentágono prevê aumentar em 15,5% o seu orçamento consagrado à guerra informática no ano fiscal 2017, que se estende de 01 de outubro deste ano a 30 de setembro do próximo.

© POOL New / Reuters

O aumento é justificado com a necessidade de defender as redes norte-americanas mas também atacar as redes adversárias, afirmou hoje o secretário da Defesa, Ashton Carter.

A atividade do grupo que se designa por Estado Islâmico na internet ou o roubo de dados pessoais de milhões de empregados federais armazenados nos computadores do governo mostraram que a guerra informática é cada vez mais "sofisticada" e "severa", disse Carter, durante uma audição na comissão orçamental do Congresso.

O Pentágono pretende que as verbas orçamentadas para esta guerra informática em 2017 ascendam a 6,7 mil milhões de dólares (6,1 mil milhões de euros), o que representa um pouco mais do que 1% do orçamento total da Defesa, que é de 582,7 mil milhões, apesar de uma subida de 900 milhões em relação mão anterior, especificou Carter.

Estas somas vão ser utilizadas para defender melhor as redes informáticas norte-americanas, militares e civis, mas também para dispor de "opções militares" para responder a ações de pirataria massivas contra computadores norte-americanos, detalhou o secretário da Defesa.

Trata-se de dispor de armas cibernéticas, suscetíveis de se somarem às armas tradicionais em caso de conflitos militares clássicos, explicou Carter.

O risco de ataques informáticos ocupou um lugar importante no último relatório sobre as ameaças incidentes sobre os EUA, apresentado pelo coordenador da área de informações dos EUA, James Clapper.

Durante uma audiência separada, também hoje e igualmente no Congresso, Clapper disse que os criminosos cibernéticos constituem, por exemplo, a ameaça mais "generalizada" contra o sistema financeiro nos EUA.

Lusa

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