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Cerca de 15 mil pessoas manifestam-se em Gdanks para apoiar Lech Walesa

Cerca de 15 mil pessoas, segundo números da polícia polaca citados pela agência noticiosa AFP, manifestaram-se hoje em Gdanks, na Polónia, em apoio ao antigo Presidente Lech Walesa, acusado de colaborar com a antiga polícia secreta comunista.

ADAM WARZAWA

Reunidos na praça Solidarnosc (Solidariedade), os manifestantes cantaram o hino nacional e gritaram o nome de Lech Walesa, prémio Nobel da Paz em 1983 e líder histórico do sindicato Solidariedade, que se opôs ao regime comunista na Polónia, acabando por levar ao seu fim.

Lech Walesa, de 72 anos, foi acusado pelo partido conservador Direito e Justiça (PiS) de Jaroslaw Kaczynski, no poder deste outubro, de ter trabalhado na década de 1970 com os serviços secretos comunistas.

Estas acusações - que não são novas - foram retomadas com a recente publicação de documentos encontrados na casa do antigo ministro do Interior comunista, o general Czeslaw Kiszczak, que morreu no ano passado, entre os quais "existe um acordo de colaboração assinado por Lech Walesa", com o nome de código Bolek, segundo o diretor do Instituto da Memória Nacional polaco (IPN), Lukasz Kaminski.

Na altura, o antigo Presidente da Polónica desmentiu a alegação, como já o tinha feito várias vezes no passado.

Reconhecendo que teve contactos com os serviços secretos comunistas, Lech Walesa assegurou que não podem existir documentos escritos por si. "Vou prová-lo na Justiça", disse.

Os manifestantes, incluindo a esposa do antigo Nobel da Paz, Danuta Walesa, reuniram-se em redor de uma bandeira polaca e três cruzes de betão, que apontavam para o céu em memória das vítimas da repressão comunista.

A manifestação foi organizada pelo Comité de Defesa da Democracia (CDD), um movimento cívico de oposição às medidas conservadoras tomadas pelo PiS.

Lusa

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