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Trump alvo de críticas por citar Mussolini e ter apoio de antigo líder do KKK

O pré-candidato republicano às presidenciais dos Estados Unidos Donald Trump foi hoje criticado por ter citado o ditador Mussolini no Twitter e por não recusar o apoio de um ex-líder do grupo racista Ku Klux Klan (KKK).

MIKE NELSON

Numa entrevista ao canal NBC, Donald Trump referiu-se à frase "É melhor viver um dia como leão do que cem como uma ovelha", que viu publicada na rede social 'Twitter' e que republicou na sua conta pessoal, sem saber que a origem da frase era uma conta falsa criada para lançar frases do ditador italiano Benito Mussolini (1883-1945).

A conta, com o nome @ilduce2016 (a referência, em italiano, ao líder fascista), dirigiu a citação à conta oficial de Donald Trump (@realdonaldtrump) com a 'hashtag' (etiqueta) da campanha do magnata norte-americano, #MakeAmericaGreatAgain, e a frase acabou por ser republicada na conta oficial do pré-candidato republicano à Casa Branca.

"Não há problema que [a frase] seja de Mussolini. Mussolini era Mussolini. É uma citação muito boa, muito interessante e eu já a conhecia", disse Donald Trump, respondendo na NBC às críticas que a publicação provocou.

Questionado sobre se não se importava de ser associado a um ditador, o magnata disse que gosta de "ser associado a boas citações".

Donald Trump foi também criticado por ter recusado rejeitar um apoio de David Duke, um antigo líder da organização racista que defende a supremacia branca, Ku Klux Klan (KKK).

Interrogado sobre o assunto na CNN, o pré-candidato republicano disse que não sabia nada sobre David Duke ou sobre o KKK.

No ano passado, um blogue divulgou um relatório que dizia que o pai de Donald Trump, Fred Trump, foi um dos sete homens presos em 1927 na sequência de confrontos entre 1.000 membros do KKK e 100 oficiais da polícia em Queens, Nova Iorque.

Donald Trump negou o relatório, que apelidou de ridículo, afirmando em entrevista ao Daily Mail que o seu pai nunca foi preso.

Na quinta-feira, a Liga Anti Difamação pediu-lhe que se distanciasse "inequivocamente" de David Duke e de outros supremacistas brancos.

Segundo a associação, David Duke apelou aos eleitores que se oferecessem como voluntários na campanha de Donald Trump, afirmando que votar contra o magnata seria uma "verdadeira traição à herança" norte-americana.

Confrontado com esta situação, o pré-candidato norte-americano disse, até ao momento, que não conhecia este apoio nem que tem nada a ver com ele.

Lusa

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