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Chumbada moção de censura ao Presidente sul-africano Jacob Zuma

O parlamento sul-africano rejeitou hoje uma moção de censura ao Presidente Jacob Zuma, cujo segundo mandato está a ser marcado por um duro combate político com a oposição, problemas legais e divisões entre os seus correligionários.

© Mark Wessells / Reuters

Sem surpresa, a moção que acusava o Presidente Zuma de ter provocado "danos irreparáveis na economia" sul-africana não obteve a maioria de votos necessária para a aprovação.

O texto foi rejeitado por 225 votos, contra 99 votos favoráveis, num parlamento largamente dominado pela força partidária de Zuma, o Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês), no poder desde 1994.

Na moção, a Aliança Democrática (o principal partido da oposição) denunciou "a liderança irracional, irresponsável e perigosa que causou danos irreparáveis" à primeira economia industrializada do continente africano, que registou um crescimento na ordem dos 1,3% no ano passado.

"A procura do nosso Presidente pelo poder nunca foi feita com o objetivo de criar uma África do Sul mais próspera, mas apenas para criar um Jacob Zuma mais rico", afirmou o líder da Aliança Democrática, Mmusi Maimane, na apresentação da moção.

Em dezembro passado, Zuma decidiu substituir o ministro das Finanças, o respeitado Nhlanhla Nene, por um deputado inexperiente, David van Rooyen, mudança que provocou uma desvalorização da moeda sul-africana (rand sul-africano). A decisão de Zuma veio intensificar as críticas da oposição.

Lusa

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