sicnot

Perfil

Mundo

Pentágono convida piratas informáticos para testes e recruta presidente da Alphabet

O Pentágono vai organizar um concurso de pirataria informática das suas redes e recrutou o presidente da Alphabet (Google) para o aconselhar em termos de inovação, anunciou hoje o Departamento de Defesa norte-americano.

Uma perspetiva aérea sobre o Pentágono. (Arquivo)

Uma perspetiva aérea sobre o Pentágono. (Arquivo)

© Jason Reed / Reuters

O Pentágono propôs a diversos especialistas hackers que tentem entrar em algumas das suas redes, para detetar eventuais falhas.

"Os participantes nestes concursos poderão ser recompensados financeiramente", indicou em comunicado o ministério da Defesa norte-americano.

No entanto a operação está reservada a "piratas" que aceitem submeter-se a uma verificação de segurança prévia, e não abrange as redes "críticas" em linha com as operações militares, precisou o Pentágono.

Os melhores hackers poderão ser recompensados financeiramente, precisou a mesma fonte.

O Departamento de Defesa anunciou ainda hoje que Eric Schmidt, presidente executivo da Alphabet (Google), vai assumir a direção de um comité de aconselhamento do Pentágono em termos de inovação tecnológica.

O comité com 12 membros deverá aconselhar o Pentágono sobre matérias "muito conhecidas entre as empresas de Silicon Valley", como a "rápida disponibilização de protótipos", o "financiamento gradual", "as análises complexas de dados", a "organização da partilha de informações".

O secretário de Estado da Defesa norte-americano Ashton Carter, considerado um entusiasta das tecnologias, efetua esta semana a sua terceira visita a Silicon Valley.

Carter já sublinhou por diversas vezes o seu desejo de reforçar a colaboração do Pentágono com a indústria de ponta, para que o exército norte-americano conserve a sua supremacia tecnológica.

Lusa

  • Dono de submarino é o único suspeito da morte de jornalista sueca
    1:51

    Mundo

    A polícia dinamarquesa confirmou que o corpo decapitado encontrado junto ao mar, perto de Copenhaga, é o da jornalista sueca desaparecida há mais de 10 dias. Kim Wall estava a fazer uma reportagem sobre um submarino artesanal com o criador, que é agora o principal suspeito do crime. Parte do corpo foi encontrada na segunda-feira e identificada através de exames de ADN.