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Cientistas preparam-se para clonar leões pré-históricos

Uma equipa de cientistas russos e sul-coreanos preparam-se para clonar leões da era glaciar, que desapareceram da terra há 12 mil anos, com recurso a duas crias descobertas, na República da Iacútia.

Cria de leão-das-cavernas encontrado em agosto do ano passado na República da Iacútia

Cria de leão-das-cavernas encontrado em agosto do ano passado na República da Iacútia

Vera Salnitskaya

Cria de leão-das-cavernas encontrado em agosto do ano passado na República da Iacútia

Cria de leão-das-cavernas encontrado em agosto do ano passado na República da Iacútia

Vera Salnitskaya

Cria de leão-das-cavernas encontrado em agosto do ano passado na República da Iacútia

Cria de leão-das-cavernas encontrado em agosto do ano passado na República da Iacútia

Vera Salnitskaya

O projeto junta cientistas da Rússia e da Coreia do Sul na Fundação de Paleontologia Molecular da Universidade de Yakutsk.

O projeto junta cientistas da Rússia e da Coreia do Sul na Fundação de Paleontologia Molecular da Universidade de Yakutsk.

Galina Mozolevskaya

São as amostras mais bem preservadas, alguma vez encontradas, desta espécie. Duas crias de leão-das-cavernas com nome: Dina e Uyan.

Foram encontradas, há cerca de um ano e teriam entre uma a duas semanas quando morreram.

"Os olhos ainda estavam fechados, têm ainda dentes de leite e muitos ainda não nasceram", explicou Albert Protopopov, do departamento de estudos da fauna de mamutes da Academia de Ciências de Yakutian, que "tropeçou" nestas descobertas em agosto do ano passado.

Estão tão bem preservadas (como se pode ver nas fotografias) que os cientistas já puseram mãos à obra para as clonar. O facto de terem estado, durante milhares de anos, no subsolo rochoso e gelado da República da Iacútia, na Rússia, permitiu que resistissem intactas.

Os cientistas esperam agora encontrar tecidos vivos no interior das amostras, que contenham ADN, para recriar a espécie.

Acreditam que a clonagem dos leões pode ser a chave para compreender o seu desaparecimento. São do período Plistoceno, onde se encontram os primeiros sinais da existência do homem, ou seja, a pré-história. (de 2.500.000 anos a 11.700 anos atrás).

A espécie desapareceu da terra há 12 mil anos.

O projeto junta cientistas da Rússia e da Coreia do Sul na Fundação de Paleontologia Molecular da Universidade de Yakutsk.

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