sicnot

Perfil

Mundo

União Europeia apela à Rússia para que liberte de imediato Nadia Savtchenko

A chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, apelou esta quarta-feira às autoridades russas para que libertem "imediatamente e sem condições" a piloto militar ucraniana Nadia Savtchenko, que está em greve de fome.

Chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini

Chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini

© Francois Lenoir / Reuters

"Não se trata somente de um assunto judicial ou político: é porventura uma questão de compaixão e de humanidade. O seu estado de saúde está a deteriorar-se rapidamente e acreditamos que terá consequências dramáticas", considera a alta representante europeia, em comunicado.

O Presidente ucraniano, Petro Poroshenko, admitiu hoje uma "troca" de prisioneiros com Moscovo para tentar conseguir libertar Nadia Savtchenko, julgada na Rússia pela morte de dois jornalistas no leste separatista da Ucrânia.

"Se me questionar se uma troca é possível eu diria que sim, pela primeira vez, e usando o meu direito constitucional", disse, em conferência de imprensa em Ancara, após um encontro com o seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan.

Petro Poroshenko sublinhou que o seu país apoia tudo o que for necessário para fazer regressar à Ucrânia a piloto, incluindo uma troca de prisioneiros com a Rússia.

Detida em julho de 2014 em território russo, segundo Moscovo, a piloto é acusada de ter transmitido aos militares ucranianos a localização de dois jornalistas russos, que foram mortos.

Lusa

  • Marine devolve bandeira do Japão 73 anos depois 
    2:13

    Mundo

    Setenta e três anos depois da batalha mais sangrenta do Pacífico, um veterano dos Estados Unidos cumpriu uma promessa pessoal. Marvin Strombo devolveu à família a bandeira da sorte de um soldado japonês, morto em 1944, em Saipan, na II Guerra Mundial. 

  • Autoridades usam elefantes para resgatar pessoas das cheias na Ásia
    1:31

    Mundo

    Mais de 215 pessoas morreram nas inundações que estão a devastar o centro da Ásia, e estima-se que três milhões tiveram de abandonar as casas. As autoridades estão a usar elefantes para resgatar locais e turistas das zonas mais afetadas e avisam que há dezenas de pessoas desaparecidas.