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Ataque a hotel na Costa do Marfim faz 22 mortos

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O Presidente da Costa do Marfim já falou ao país para confirmar a morte de 14 civis, dois militares e seis terroristas. Ao que tudo indica estes seis homens começaram a disparar sobre quem estava na zona de praia que serve três hotéis na estância turística de Grand Bassam.

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Luc Gnago / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Luc Gnago / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Joe Penney / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Joe Penney / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Joe Penney / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Joe Penney / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Joe Penney / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Joe Penney / Reuters

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

Doze mortos em ataque na Costa do Marfim

© Luc Gnago / Reuters

Um total de 22 mortos, entre eles 14 civis, é o balanço do ataque armado a um hotel de Grand-Bassam, a oeste de Abidjan, na Costa do Marfim, anunciou hoje o presidente Alassane Ouattara.

"O balanço é pesado, os terroristas conseguiram matar 14 civis e nós perdemos dois membros das forças especiais", declarou o presidente da Costa do Marfim, depois de se ter deslocado à estância balnear.

Alassane Ouattara disse ainda que seis dos atacantes foram mortos.

Os frequentadores dos hotéis de Grand-Bassam, a cerca de 40 quilómetros de Abidjan, são maioritariamente expatriados e turistas ocidentais.

"Nós estávamos na praia e apercebemo-nos dos disparos e vimos as pessoas a fugirem. Nessa altura demo-nos conta de que se tratava de um ataque", disse à AFP Braman Kinda, que mostrou uma fotografia onde também se viam os sete cadáveres, dois dos quais mulheres, tombados na areia.

De acordo com a mesma testemunha, quatro atacantes corriam pelo areal frente ao hotel enquanto faziam disparos com espingardas.

Entretanto, várias pessoas presentes no local disseram aos meios de comunicação locais que os assaltantes gritaram "Allahu Akbar (Alá é Grande)", pelo que se admite tratar-se de uma ação de um grupo de extremistas islâmicos.