sicnot

Perfil

Mundo

Antigo líder de Tiananmen critica Donald Trump

Um antigo líder do movimento pró-democrático estudantil chinês de Tiananmen em 1989 criticou hoje o aspirante a candidato à Casa Branca Donald Trump, advertindo que os Estados Unidos arriscam abandonar as suas preciosas liberdades.

© Pichi Chuang / Reuters

Wu'er Kaixi afirmou estar a falar em nome dos dissidentes chineses que existem em todo o lado ao condenar o magnata do imobiliário, que na semana passada descreveu os protestos de 1989 em Pequim como um "motim".

"Depois de 27 anos no exílio desde esse 'motim' eu penso que posso falar por qualquer companheiro chinês exilado e preso ao condenar Trump", escreveu Wu'er Kaixi num comentário publicado na sua página oficial no Facebook.

"Eu não estou sozinho ao apelar a cada norte-americano que ofereceu refúgio aos chineses, incluindo a mim, para pôr de lado disputas partidárias e unir-se contra Trump", sublinhou o ativista chinês.

Para Wu'er Kaixi, o magnata republicano é "inimigo dos valores pelos quais os Estados Unidos se definem: os mesmos valores que há muito têm dado esperança às vítimas de poderes opressivos em todo o mundo"

"Aqueles de nós que lutaram pelas liberdades em qualquer lugar no mundo temem que algo esteja prestes a mudar nos Estados Unidos América", acrescentou.

Wu'er Kaixi viveu nos Estados Unidos depois de fugir da China na sequência dos protestos, estando a viver em Taiwan há duas décadas.

Tentou voltar à China, por várias ocasiões, mas a entrada foi-lhe sempre negada.

Lusa

  • Roger Moore, o ator que foi 007 e um Santo
    1:26

    Cultura

    Morreu Roger Moore. O ator britânico tinha 89 anos e morreu na Suíça, vítima de cancro. Ficou conhecido pelo mítico papel de James Bond entre os anos 70 e 80, tendo sido o ator que mais tempo se manteve no papel. Em 2003, foi condecorado pela rainha Isabel II e tornou-se Sir Roger Moore.

  • Ucrânia limita utilização do russo na televisão

    Mundo

    O Parlamento da Ucrânia aprovou esta terça-feira uma lei que determina que três quartos dos programas televisivos dos canais nacionais devem ser transmitidos em ucraniano, medida que visa limitar o uso da língua russa naquele país.