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Mulher morre atropelada após ter sido abandonada pelo marido na autoestrada em Itália

Uma mulher, que o seu marido abandonou na autoestrada entre Gênes e Val d'Aoste, no norte de Itália, após uma discussão, foi atropelada mortalmente quando caminhava pela estrada, noticia hoje o diário La Stampa.

Arquivo REUTERS

No sábado à noite, Claudia Tolu, de 37 anos, e o seu marido, de 47 anos, estavam a voltar para casa em Val d'Aoste, na autoestrada A26, quando se envolveram numa acalorada discussão.

Enraivecido, o homem abandonou a mulher à beira da autoestrada, com a sua bagagem e fez-se ao caminho. A mulher, por seu turno, após ter sido deixada sozinha, já de noite, começou a andar pela faixa de emergência durante cerca de 20 quilómetros.

Numa curva, uma viatura, conduzida por um homem de 67 anos, acabou por atropelá-la. O socorro chegou à mulher cerca das cinco horas da madrugada, mas ela já estava morta.

O seu marido, que entretanto chegou ao seu destino mas que decidiu dormir na viatura, foi avisado pelos vizinhos do sucedido quando acordou, no domingo de manhã.

Ao ser notificado pela polícia do incidente, ameaçou suicidar-se.

O sexagenário que atropelou Claudia foi indiciado por homicídio involuntário, e o marido viúvo por cumplicidade.

  • Com a multiplicação de bons indicadores económicos e financeiros do país, multiplicam-se os elogios ao Governo e declaram-se mortas e enterradas as políticas do passado recente, nomeadamente a da austeridade. Nada mais errado. O que os bons resultados agora alcançados provam definitivamente é que a austeridade resolveu de facto os problemas das contas públicas e, mais do que isso, contribuiu para o crescimento económico que foi garantido por reformas estruturais e pela reorientação do modelo económico.

    José Gomes Ferreira

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