sicnot

Perfil

Mundo

Exército brasileiro compromete-se a cumprir Constituição

O comandante do Exército do Brasil, o general Villas Bôas, garante que o exército vai cumprir a Constituição e diz que a crise que o país atravessa é política, económica e ético-moral.

Silvia Izquierdo

Numa entrevista publicada na página oficial do Exército do Brasil na internet, no âmbito da iniciativa "O Comandante responde" , o general comenta a atual crise no país afirmando que o Exército, como instituição "sólida" do Estado, é uma referência para a sociedade em momentos como o atual.

As pessoas olham para instituições como o Exército e aguardam "atitudes que sinalizem como sair da crise", disse.

"Contudo, no nosso papel, de instituição do Estado, com as atribuições perfeitamente definidas na Constituição e também nas leis complementares, vamos pautar a nossa atuação em três pilares básicos", a estabilidade, a legalidade e a legitimidade, afiançou Villas Bôas.

"Toda e qualquer atitude nossa será absolutamente respaldada no que os dispositivos legais estabelecem, desde a Constituição às leis complementares", disse, acrescentando ter a certeza de que é uma questão de tempo e o Brasil terá "condições para reverter" a situação e "reencontrar o caminho de desenvolvimento" porque o Brasil tem "grandes responsabilidades internacionais".

"Temos de colocar como foco novamente a questão nacional, o Brasil tem que reencontrar o sentido de projeto, restabelecer a sua ideologia de desenvolvimento, porque o Brasil, pela importância que tem, não encontra outra alternativa que não seja a de se transformar num país forte e uma referência na comunidade internacional", disse.

O Brasil atravessa uma crise política, com parte da população a exigir a demissão da Presidente, Dilma Rousseff, e outra a defender a estadista, havendo também vozes a sugerir uma intervenção militar.

Em 1964, no seguimento de um período político conturbado e de uma crise económica, inicia-se uma crise de disciplina também na Marinha brasileira e os militares acabam por tomar o poder, em abril desse ano. O regime militar só terminou em 1985.

Lusa

  • Negócios do fogo
    22:00
  • "Não podemos gastar o dinheiro e depois os filhos e os netos é que pagam"
    2:05

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares analisou esta segunda-feira, no habitual espaço de comentário no Jornal da Noite, o reembolso antecipado ao FMI. O comentador da SIC defendeu que seria mais vantajoso se Portugal reembolsasse mais depressa, antes da subida das taxas de juro. Miguel Sousa Tavares considerou ainda que o reembolso da dívida é uma boa notícia, pois seria "desleal" deixar a dívida para "os filhos e os netos" pagarem.

    Miguel Sousa Tavares

  • Os efeitos da tempestade Ana em Portugal
    1:43
  • Porque têm as tempestades nomes?
    0:49

    País

    As tempestades passaram a ter um nome, partilhado pelos serviços de meteorologia de Portugal, França e Espanha. Nuno Moreira, chefe de divisão de previsão meteorológica do IPMA, foi convidado da Edição da Noite da SIC Notícias para explicar que este método é também uma forma de sinalizar a dimensão das tempestades.

  • Fortes nevões no norte da Europa
    0:59

    Mundo

    A tempestade Ana não causou apenas estragos em Portugal, mas também na Galiza, com a queda de árvores e cheias nas zonas ribeirinhas. No norte da Europa, as baixas temperaturas provocaram fortes nevões e paralisaram a Grã-Bretanha, com voos cancelados, escolas fechadas e estradas cortadas.

  • "De repente ele estava em cima de mim a beijar-me e a apalpar-me"
    2:43