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Protesto contra aumentos nos transportes na Venezuela faz dois mortos

Duas pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas hoje na localidade venezuelana de Táchira (830 quilómetros a sudoeste de Caracas) no âmbito de protestos de estudantes contra o aumento do preço dos transportes públicos na Venezuela.

© Carlos Garcia Rawlins / Reute

Os protestos, segundo as rádios locais, ocorreram nas proximidades do Instituto de Tecnologia Agroindustrial de Los Andes.

Os alegados estudantes terão sequestrado um autocarro de passageiros, que lançaram contra um cordão policial, provocando a morte, por atropelamento, de dois funcionários da polícia e causado ainda 12 feridos, quatro deles com gravidade.

Os feridos são quatro polícias que estão internados numa clínica.

O autocarro foi depois abandonado no estacionamento daquela instituição educativa.

O preço dos transportes públicos aumentou hoje em várias localidades venezuelanas, entre elas a cidade de San Cristóbal, capital do Estado de Táchira, onde, segundo vários portugueses, se registaram vários protestos que congestionaram as principais ruas.

Os protestos congestionaram La Concórdia, uma zona onde tradicionalmente existe muita afluência de pessoas devido à atividade comercial e industrial local.

Por outro lado, registaram-se ainda protestos em vários terminais (estações) de empresas privadas de autocarros.

O aumento dos preços do transporte é exigido pelos transportadores, que se queixam do alto preço e de dificuldades para conseguir fazer a manutenção das viaturas e comprar peças de reposição.

A 17 de março último o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou um aumento dos preços dos combustíveis, passando de 0,07 bolívares para 1,00 bolívar por litro (de 0,01 euros para 0,14 euros) e o litro de gasolina normal e a gasolina de 95 octanas de 0,097 bolívares para 6,00 bolívares por litro (de 0,013 euros para 0,85 euros o litro).

O aumento dos preços dos combustíveis faz parte de medidas governamentais para combater a crise económica no país.

Lusa

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