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Chineses querem Trump na Casa Branca, revela sondagem

Uma sondagem organizada pelo Diário do Povo, órgão oficial do Partido Comunista Chinês, demonstra que a maioria dos chineses apoiará Donald Trump, caso este venha a competir contra a democrata Hillary Clinton nas presidenciais norte-americanas.

© Joshua Roberts / Reuters

O favorito para ser nomeado candidato do Partido Republicano na corrida à Casa Branca culpa o país asiático de "manipulação da moeda", ou "batotice", e já ameaçou taxar os produtos chineses em 45%.

"A China está a roubar-nos postos de trabalho", acusa frequentemente o candidato republicano.

No entanto, 54% da opinião pública do "gigante" asiático prefere ver o milionário tornar-se Presidente dos Estados Unidos, segundo a sondagem, feita via 'online' através do portal Huanqiu.com.

"O resultado ilustra o descontentamento dos cidadãos chineses face às políticas do Partido Democrata para com a China", afirmou Wu Xinbo, especialista do Centro de Estudos Americanos da Universidade Fudan, ao jornal oficial Global Times.

O reforço da capacidade militar dos EUA na Ásia Pacífico, que a China acusa de desestabilizar a região, começou precisamente na altura em que Hillary Clinton ocupava o cargo de secretária de Estado.

Nos últimos dois anos, Washington e Pequim experimentaram renovadas tensões em torno da península coreana e da soberania do Mar do Sul da China, que Pequim reclama quase na totalidade.

Ainda assim, em 2015, a China tornou-se no maior parceiro comercial dos EUA, com as trocas comerciais a atingirem 560.000 milhões de dólares (mais de 500.000 milhões de euros).

"Neste aspeto, os empresários norte-americanos estão muito claros", frisou o primeiro-ministro chinês há duas semanas, ao defender que a parceria entre as duas potências tem sido marcada pelo "benefício mútuo".

Em entrevista à agência Lusa, Zhao Kejin, vice-diretor do centro de pesquisa sobre política global Carnegie-Tsinghua, com sede em Pequim, garantiu que "a liderança chinesa prefere lidar com a ala mais conservadora dos EUA".

"Os republicanos valorizam mais uma relação com base em benefícios", realçou.

Lusa

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