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Instagram suspende conta devido a bolo "sugestivo"

A censura de imagens na rede social Instagram aplica-se às fotografias com conteúdo "violento, nu, parcialmente nu, discriminatório, contra a lei, de ódio, pornográfico ou sexualmente sugestivo", de acordo com o termos de utilização. Nada faria crer a uma mãe britânica ver censurado o bolo feito pela filha.

"Erro. A sua conta foi bloqueada por violação dos nossos termos" de utilização.

"Erro. A sua conta foi bloqueada por violação dos nossos termos" de utilização.

Sue Moseley, uma orgulhosa mãe britânica, publicou uma foto de um bolo de Páscoa feito pela sua filha. Qual não foi o seu espanto quando, na vez seguinte a tentar aceder à sua conta, uma mensagem a avisou que estava bloqueada "por ter violado os termos" de utilização do Instagram.

O site Mashable falou com uma das filhas, Fiona Moseley, que contou que a mãe recorreu à empresa a explicar que se deviam ter enganado. Num primeiro momento, a resposta foi que são suspensas todas as contas em que sejam publicados "conteúdos sexualmente sugestivos ou que contenham nudez".

"Só posso pensar que eles têm algum tipo de software que reconheça qualquer coisa que remotamente se pareça com partes do corpo humano nuas", disse Fiona. Jenny, a filha que fez o bolo, publicou na sua própria conta de Instagram uma segunda foto do bolo com a legenda: "Caro Instagram, isto é um bolo, não uma mama".

A Mashable contactou a empresa que na altura referiu que estava a decorrer uma investigação. Dois dias depois da censura, o Instagram reativou a conta de Sue Mosely e enviou à Mashable uma nota em que assume ter cometido um erro e pede publicamente desculpa a Sue Mosely "pelo incómodo causado".

Dear @instagram this is a cake, not a boob #censorednipples #boobgate #givemymumbackherinstagramaccount @suemoseley

A photo posted by Jenny (@jennifermoseleychef) on

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
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    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite