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Detido em Málaga suspeito de fornecer armas para ataques de Paris

A polícia espanhola deteve em Rincón de la Victoria (Málaga, sul de Espanha) um homem de nacionalidade francesa que forneceu armas a Amedy Coulibaly, um terrorista que matou cinco pessoas nos atentados de janeiro de 2015 em Paris.

O homem detido em Málaga terá fornecido equipamento ao terrorista francês Amedy Coulibaly, autor dos atentados de Paris de 8 e 9 de janeiro de 2015, contra a revista satírica Charlie Hebdo e contra um supermercado judaico.

O homem detido em Málaga terá fornecido equipamento ao terrorista francês Amedy Coulibaly, autor dos atentados de Paris de 8 e 9 de janeiro de 2015, contra a revista satírica Charlie Hebdo e contra um supermercado judaico.

© Charles Platiau / Reuters

O francês detido na terça-feira - numa operação conjunta da polícia espanhola com a Polícia Judiciária francesa conhecida hoje - chama-se Antoine Denive, um traficante de armas de 27 anos procurado pelas autoridades policiais europeias após a justiça francesa ter pedido a emissão de um mandato de captura e detenção.

A casa em que vivia perto de Málaga foi alvo de buscas por parte das autoridades.

Devine foi identificado como o responsável da rede de tráfico de armas que forneceu equipamento ao terrorista francês Amedy Coulibaly, autor dos atentados de Paris de 08 e 09 de janeiro de 2015 (contra a revista satírica Charlie Hebdo e contra um supermercado judaico).

Denive terá fugido de França nas semanas a seguir aos atentados de escapar à detenção e instalou-se na província de Málaga (Andaluzia), a partir de onde continuava a desenvolver as suas atividades ilícitas com uma identidade falsa.

O francês agora detido tinha contactos com criminosos sérvios que lhe terão fornecido as armas e as munições.

Na sua casa em Rincón de la Victoria foram detidas outras duas pessoas, de nacionalidade sérvia e montenegrina. Antoine Denive será posto à disposição de um juíz da Audiência Nacional, a instância especial espanhola com jurisdição sobre os crimes mais graves e complexos, como o terrorismo e o crime económico.

Lusa