sicnot

Perfil

Mundo

Número de mortos em explosão no México subiu para treze

A explosão que ocorreu num complexo petroquímico da empresa estatal 'Petróleos Mexicanos' (Pemex) no porto de Coatzacoalcos, Estado de Veracruz, provocou a morte de pelo menos 13 pessoas e feriu 136, anunciaram as autoridades.

ANGEL HERNANDEZ

"Lamentavelmente confirma-se a morte de 13 trabalhadores na explosão da planta Clorados 3 da empresa PMV Mexichem-Pemex", escreveu na sua conta da rede social Twitter a petrolífera, atualizando

O coordenador nacional da Proteção Civil, Luis Felipe Puente, revelou à 'Imagem Radio' que entre os 136 feridos, 48 já receberam alta.

Um grupo de 88 pessoas continua hospitalizado, entre as quais 13 em estado grave.

Puente disse igualmente que há "pessoas desaparecidas" pelo que se pode vir a fazer um novo balanço. "O número [de vítimas] pode aumentar," sublinhou, mas até agora não foi possível entrar na parte interior da instalação por risco de derrame da infraestrutura.

A explosão aconteceu às 15:15 locais (20:15 de lisboa) de quarta-feira, na fábrica Clorados 3 do complexo conhecido como Parajitos e sentiu-se com mais intensidade perto do porto.

As autoridades avisaram a população local, e sobretudo a de Coatzacoalcas, para ficar em casa devido à presença no ar de compostos químicos que poderiam causar queimaduras na pele.

Esta é uma das mais graves explosões a acontecer no México nos últimos dez anos.

Na plataforma Abkatún A, na Sonda de Campeche no golfo do México já houve, pelo menos, três acidentes desde 2015.

Lusa

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.

  • 700 milhões para armamento e equipamento militar
    1:16

    País

    Portugal vai investir nos próximos anos 700 milhões de euros em armas e equipamento militar. Segundo a imprensa de hoje, o objetivo é colocar algumas áreas das Forças Armadas a um nível similar ao dos outros aliados da NATO. É o maior volume de programas de aquisição dos últimos anos e parte das verbas vão beneficiar a indústria portuguesa que fabrica aviões, navios-patrulha, rádios e sistemas de comando e controlo.

  • Princesa Diana morreu há 20 anos. Filhos falam pela 1ª vez da intimidade
    1:15