sicnot

Perfil

Mundo

Militares ucranianos e milícias pró-russas acusam-se mutuamente de violar cessar-fogo

Militares ucranianos e milícias separatistas pró-russas acusaram-se hoje mutuamente de violação do regime de cessar-fogo no leste da Ucrânia, onde um conflito causou, segundo a ONU, mais de 9.000 mortos desde 2014.

© Stringer . / Reuters

"A situação no leste da Ucrânia continua tensa", assinala, em comunicado, o quartel-general das forças ucranianas estacionadas na zona de conflito.

Segundo os militares ucranianos, os separatistas lançaram, na sexta-feira, 19 ataques contra as posições das tropas governamentais, nas quais usaram armamento pesado, proibido pelos acordos de resolução do conflito, assinados em Minsk, na Bielorrússia, em fevereiro do ano passado.

O quartel-general, que não adiantou o número de baixas sofridas nas fileiras ucranianas, comunicou que as forças governamentais "tiveram de abrir fogo, em resposta, em nove ocasiões".

Por sua vez, o 'número dois' das milícias da autoproclamada República Popular de Donetsk, Eduard Basurin, disse que, nas últimas 24 horas, as tropas de Kiev violaram 22 vezes o regime de cessar-fogo.

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.