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Obama apela para China aumentar pressão sobre Coreia do Norte

O presidente norte-americano, Barack Obama, apelou hoje para a China aumentar a pressão sobre a Coreia do Norte, depois de mais um teste militar "provocador".

© Kevin Lamarque / Reuters

Em declarações à chegada a Hanôver para uma visita oficial à Alemanha de dois dias, e pouco depois do líder norte-coreano, Kim Jonj-un, ter considerado como um "enorme sucesso" o lançamento no sábado de um míssil balístico a partir de um submarino, Obama afirmou que "a Coreia do Norte continua a manifestar um comportamento provocador".

"Nós cultivámos a cooperação com a China para colocar pressão sobre a Coreia do Norte. Ainda assim, essa cooperação não está exatamente onde gostaríamos que estivesse", acrescentou o chefe de Estado norte-americano.

O teste de sábado foi o último numa série de testes levados a cabo pela Coreia do Norte e foi realizado poucas horas depois de Pyongyang ter oferecido uma moratória unilateral sobre novos testes nucleares militares, se os Estados Unidos suspenderem também o apoio militar anual à Coreia do Sul.

Em reação à proposta, Obama disse hoje que Washington "não leva a sério uma promessa de que vão parar apenas até à próxima vez que decidirem fazer um novo teste".

O presidente acrescentou que um eventual progresso apenas será possível se a Coreia do Norte mostrar vontade de colocar um ponto final ao seu programa de armamento nuclear.

Esta escalada das tensões ocorre numa altura em que a Coreia do Norte se prepara para um congresso do partido único no poder no início de maio, o primeiro em 36 anos.

Vários observadores preveem que o presidente Kim Jong-un vá valorizar os sucessos do programa nuclear militar norte-coreano e que, neste contexto, Pyongyang venha a realizar o seu quinto ensaio nuclear antes da abertura do congresso.

Lusa

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