sicnot

Perfil

Mundo

Apple perde batalha legal sobre nome iPhone na China

A Apple perdeu uma batalha legal na China relativa ao nome iPhone. A Xintong Tiandi, marca chinesa que vende malas e capas de telemóvel, vai continuar a poder usar o nome iPhone.

Xintong Tiandi

O Tribunal Municipal de Pequim decidiu a favor da Xintong Tiandi, que vende produtos em pele com o termo iPhone. De acordo com o jornal Legal Daily, a Apple não terá registado devidamente a marca iPhone, pelo que o tribunal decidiu que a empresa chinesa "chegou primeiro" e declarou a utilização do termo para os seus produtos em pele.

O pedido original da Apple data de 2002, mas só em 2013 foi aprovado para a “Classe 9: aparelhos elétricos e científicos”. Quanto à Xintong Tiandi, terá pedido em 2007 o registo do termo para a “Classe 18: produtos em couro”, aceite em 2010.

O iPhone da Apple começou a ser vendido na China em 2009. As autoridades chinesas alegam, por isso, que a Apple não consegue provar que a marca tinha visibilidade antes da Xintong Tiandi entrar no mercado.

Após a decisão judicial, a empresa chinesa mostrou abertura para se tornar parceira da Apple.

  • Presidente catalão garante ter plano de contingência
    2:14
  • "Não há um verdadeiro debate democrático em Espanha"
    2:24
    Quadratura do Círculo

    Quadratura do Círculo

    QUINTA-FEIRA 23:00

    No Quadratura do Círculo desta quinta-feira, José Pacheco Pereira disse que este braço de ferro em território espanhol reforça a linha autoritária que existe em Espanha. Jorge Coelho considera que é urgente recorrer à diplomacia para definir um caminho a médio ou a longo prazo. Já o gestor Manuel Queiró afirma que Portugal não deve encarar este referendo com condescendência. 

  • Subimos ao novo miradouro no pilar da Ponte 25 de Abril
    2:06
  • Uber perde licença para operar em Londres

    Economia

    O regulador de transporte de Londres decidiu hoje que vai retirar à Uber a licença para operar na capital britânica. A proibição entra em vigor no final deste mês e vai afetar 40 mil motoristas da empresa multinacional norte-americana.

  • 60 sobreviventes resgatados dos escombros no México
    1:21