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Atacantes matam 16 pessoas com catanas e machados na RD Congo

Atacantes armados com catanas e machados mataram pelo menos 16 pessoas de uma aldeia no instável leste da República Democrática do Congo, relataram hoje responsáveis das Nações Unidas e locais.

Arquivo

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© Kenny Katombe / Reuters

O administrador local Bernard Amisi Kalonda disse que o ataque brutal ocorreu na noite de terça-feira na região de Beni, província de North Kivu, uma área onde ocorreram vários massacres, no passado.

"Entre as 20:00 e as 21:00 [mesma hora em Lisboa], o inimigo conseguiu passar o exército e matar pacíficos moradores nas suas casas, degolando-os", disse à agência France-Presse, descrevendo ter à sua frente os 16 corpos das pessoas, "assassinadas com catanas ou machados".

O responsável não conseguiu indicar se os atacantes eram rebeldes do Uganda, das Forças Democráticas Aliadas (ADF, na sigla original), que há muito estão presentes na região.

Esta região tem uma instabilidade crónica há duas décadas, devido à ação de grupos locais armados e outros que cometem violência por motivos étnicos, ou por conflitos sobre a posse de terras e da riqueza mineral local.

"Cerca das 20:00, ouvimos pessoas a gritar e o som de balas", relatou Adona Lesse, responsável da aldeia de Eringeti, acrescentando que continuam à procura de mais possíveis vítimas.

O general Jean Baillaud, comandante da missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO), disse haver 17 mortos,

Os rebeldes da ADF são acusados de realizar inúmeros ataques sangrentos a civis em Beni e na região vizinha de Ituri, que, de acordo com a ONU, já causaram mais de 500 mortos desde 2014.

Lusa

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