sicnot

Perfil

Mundo

"Artista da vagina" condenada no Japão a pagar multa superior a 3.000 €

A pintora e escultora Megumi Igarashi, conhecida como a "artista da vagina", por distribuir objetos obscenos, foi condenada hoje no Japão ao pagamento de uma multa equivalente a 3.256 euros, na sequência de um julgamento por obscenidade.

Megumi Igarashi conhecida como a "artista da vagina" por distribuir objetos obscenos.

Megumi Igarashi conhecida como a "artista da vagina" por distribuir objetos obscenos.

© Reuters Staff / Reuters

O Tribunal Distrital de Tóquio determinou a aplicação de uma multa de 400.000 ienes (3.256 euros), metade do valor pedido pelo Ministério Público.

Megumi Igarashi, de 43 anos, foi acusada pelas autoridades nipónicas de distribuir dados para imprimir réplicas em 3D da sua vagina através da Internet, em troca de dinheiro, em outubro de 2013 e março de 2014.

Detida há dois anos, a artista, que trabalha sob o pseudónimo de "Rokudenashi-ko" ('rapariga má'), afirmou que na sua obra utiliza os genitais femininos como tema principal mas não de uma forma salaz.

O seu caso desencadeou a condenação de grupos culturais de distintas partes do mundo que o consideram uma grave violação à liberdade de expressão e também gerou uma campanha no portal de petições públicas Change.org, que recolheu milhares de assinaturas para que fosse libertada e ilibada.

Lusa

  • Hasta pública de madeira ardida rendeu 2,85 milhões de euros

    País

    Mais de meia centena de lotes de madeira ardida proveniente de matas nacionais e perímetros florestais geridos pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) foram esta quinta-feira vendidos por 2,85 milhões de euros, numa hasta pública em Viseu.

  • Manifestações de apoio aos pais de Alfie impedidos de o levar para Itália
    3:03

    Mundo

    A justiça britânica rejeitou um novo recurso dos pais do bebé Alfie, que está em estado semivegetativo. O objetivo era levar o menino para Itália, para ser assistido numa unidade pediátrica no Vaticano. Os pais não querem que as máquinas sejam desligadas, mas os médicos defendem que os tratamentos são inúteis.