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Panamá encerra fronteira para impedir entrada de migrantes ilegais cubanos

O Panamá encerrou hoje a sua fronteira com a Colômbia, para impedir a entrada de migrantes ilegais cubanos que tentam chegar por esta rota aos Estados Unidos, anunciou o Presidente Juan Carlos Varela.

© Carlos Jasso / Reuters

O Panamá é o terceiro país da América Central a avançar com esta medida.

"Diante da decisão de outros países da América Central, especificamente da Nicarágua e da Costa Rica, tomamos a difícil decisão de encerrar a fronteira com a Colômbia na área de Puerto Obaldía e outros postos fronteiriços para [evitar] a passagem de migrantes irregulares", afirmou o chefe de Estado panamiano.

De acordo com Juan Carlos Varela, os migrantes cubanos sem documentos não terão autorização para entrar em território panamiano, ao mesmo tempo que cerca de 4.000 outros migrantes cubanos estão a sair do país em voos diários em direção à região norte do México.

Milhares de migrantes cubanos têm viajado de avião para o Equador ou para outros países da América do sul para depois iniciarem uma longa travessia terrestre pela América Central e pelo México até ao destino final, os Estados Unidos.

Segundo uma lei norte-americana do período da Guerra Fria, os cubanos que chegam ao território norte-americano têm um acesso de entrada privilegiado e podem solicitar de forma mais rápida o título de residente.

Nas últimas duas décadas, a guarda costeira norte-americana tem intercetado muitos migrantes cubanos que tentam cruzar o Estreito da Florida, pelo que a rota terrestre tornou-se na forma mais promissora para entrar nos Estados Unidos.

Após mais de 50 anos sem relações diplomáticas, os Estados Unidos e Cuba anunciaram a 17 de dezembro de 2014 uma aproximação histórica entre os dois países, separados unicamente pelos 150 quilómetros do Estreito da Florida.

Depois de vários meses de rondas negociais, os líderes norte-americano e cubano, Barack Obama e Raul Castro, respetivamente, anunciaram a 01 de julho de 2015 o restabelecimento das relações diplomáticas e a abertura de embaixadas nas capitais de cada país.

Lusa

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