sicnot

Perfil

Mundo

Escândalo com nova campanha da Calvin Klein para roupa interior

A nova campanha publicitária da Calvin Klein está a suscitar numerosas críticas, sobretudo porque mistura infância e sexo. Mostra a roupa interior de uma jovem modelo fotografada por baixo da saia.

instagram.com/calvinklein/

"I-flash-in #mycalvins" (eu exibo as minhas Calvins), é a legenda de uma foto sépia retirada da nova campanha intitulada "Erotica", com a modelo Klara Kristin de 23 anos. A jovem atuou no filme "Love" do realizador francês Gaspar Noé de 2015, classificado para maiores de 18 anos.

Os utilizadores do Instagram são convidados a espreitar por baixo da saia de Klara Kristin. A imagem desencadeou numerosas reações nos Estados Unidos, nas redes sociais e mais além.

"Calvin Klein faz marketing para os perversos", acusa o tabloide New York Post. "Calvin Klein, a tua publicidade dá um caráter sexual às jovens raparigas. Não compraremos" - "we're #NotBuyingIt", escreveu no Twitter uma das contas do movimento The Representation Project, que diz lutar contra os "estereótipos e as injustiças sociais".

O Centro Nacional contra a Exploração Sexual (NCOSE) lançou uma petição intitulada "Moralidade nos Media" exigindo à Calvin Klein que "pare de normalizar o assédio sexual conferindo-lhe glamour".

Take a peek: @karate_katia, photographed by @harleyweir for the Spring 2016 advertising campaign. #mycalvins

Uma foto publicada por Calvin Klein (@calvinklein) a

  • Porque é que Melania e Ivanka vestiram preto para conhecer o Papa

    Mundo

    Melania e Ivanka chegaram ao Vaticano de preto, uma escolha muito questionada. De vestidos longos e véus, as mulheres Trump seguiram assim o dress code aconselhado nas audiências com o Papa. Também Michelle Obama usou uma vestimenta do género, em 2009, quando visitou Bento XVI.

  • Escola de Vagos castiga alunos por protesto contra a homofobia e preconceito

    País

    Os alunos da Escola Secundária de Vagos, no distrito de Aveiro, organizaram um protesto contra o que consideram homofobia e preconceito. Segunda-feira, depois de duas alunas se terem beijado foram chamadas à direção da escola, que as terá informado que não podiam beijar-se em público. O protesto foi gravado e partilhado nas redes sociais. Em declarações à SIC Notícias, um dos alunos disse que todos os envolvidos no protesto vão ser alvos de um processo disciplinar. O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    EXCLUSIVO

    Rita Pedras